quarta-feira, 13 de abril de 2011

Collor recebe presidente da Comissão de Relações Exteriores da França


O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB) recebeu, na tarde desta quarta-feira (13/4) o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Forças Armadas da França, embaixador Josselin de Rohan, e um grupo de três senadores. Entre os temas abordados durante a conversa, o estreitamento da parceria estratégica entre os dois países, já existente em várias áreas, aprofundando no setor militar. Tradução: compra dos caças Rafale. Rohan garantiu ao senador que a França fará transferência total da tecnologia dos caças ao Brasil, ao contrário dos EUA, que repassam apenas parte da tecnologia. A questão ambiental também entrou na pauta da reunião. Collor lembrou da realização da conferencia mundial sobre meio ambiente que se realizará em junho do próximo ano, a Rio+20 e aproveitou a oportunidade para pedir aos senadores franceses que sensibilizem o Governo a participar de forma efetiva da conferência em 2012. Collor lembrou que até a China já sinalizou pelo engajamento na conferência mundial sobre meio ambiente. Por fim, eles conversaram sobre o sistema financeiro internacional. Os dois países concordam que é preciso que sejam criadas regras para impedir a especulação internacional e o endividamento excessivo dos países. Collor recebeu ainda o embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Eslovaca, Branislav Hitka e o embaixador de Cuba, Carlos Zamora.

sábado, 9 de abril de 2011

Collor manifesta preocupação com falta de qualificação profissional no Brasil

Em pronunciamento no plenário do Senado Federal, o senador Fernando Collor (PTB), destacou a falta de mão de obra especializada para atender as demandas do país. “O cenário agrava-se ainda mais à medida que o país apresenta melhores índices de crescimento, e à proporção que se aproximam as datas de realização de megaeventos, como a RIO + 20, já em 2012, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016”. Collor lembrou que no ano passado a Comissão de Infraestrutura do Senado promoveu 12 reuniões com especialistas de todos os segmentos para aprofundar, discutir e buscar soluções para a questão da formação e capacitação profissional.Os resultados dos trabalhos da CI e a repercussão desse tema na imprensa revelam, segundo Collor, que a Comissão estava no caminho certo ao apontar para a relevância e a gravidade da carência brasileira em recursos humanos. Na avaliação do senador, a gravidade do problema é de tal ordem que, ao lado da precariedade da infraestrutura de base do país, a falta de mão de obra qualificada tem sido apontada como o principal entrave para ampliar seus índices de desenvolvimento. "A questão não se restringe à formação profissional técnica. A complexidade do tema está exatamente na constatação de que a solução passa por todos os níveis da educação, começando pelo ensino básico, passando pelo nível médio e profissionalizante e atingindo não só a formação superior, mas também a pós-graduação em todos os seus patamares. Trata-se de uma demanda que requer, tanto por parte do governo quanto da iniciativa privada, providências urgentes, soluções definitivas e um intenso mutirão de iniciativas de curto, médio e longo prazos", alertou o senador. Collor destacou a divulgação pelo Fórum Econômico Mundial de um ranking de 139 países onde o Brasil ocupa as posições de nº 58 em “competitividade”; 84 no item “qualidade da infraestrutura geral”; 85 no “custo e produtividade da força de trabalho”; 127 na “qualidade da educação básica”; 135 no “tempo necessário para iniciar um negócio”; e 139, ou seja, a última posição em “extensão e efeitos da tributação”. "São por essas razões, que o programa de governo da Presidenta Dilma Rousseff incluiu entre suas prioridades o acesso a uma escola de qualidade, de forma a combinar ensino e capacitação para o trabalho. Com isso, esperamos que, mais do que deflagrar, o governo assuma o protagonismo do processo de interação entre o setor público, a iniciativa privada e o mundo acadêmico para que, o quanto antes, aquelas metas sejam atingidas", disse Collor. Considerando o excelente resultado alcançado com a experiência do ciclo de audiências promovido CI, Collor decidiu, adotar o mesmo procedimento de fixar uma Agenda de debates, perante a Comissão de Relações Exteriores, intitulada Rumos da Política Externa Brasileira, com o objetivo de aprofundar o exame de grandes temas no âmbito da política externa do Brasil e da defesa nacional.O ciclo de audiências será realizado ao longo do biênio 2011-2012, quando serão tratados temas das relações internacionais e das políticas de defesa nacional, com foco inicial para a crise no mundo árabe e todos os seus possíveis desdobramentos e reflexos nos segmentos da geopolítica e das relações multilaterais, da paz e segurança no mundo, da economia e finanças, e do comércio exterior. Os debates terão início no próximo dia 11 de abril, sempre às segundas-feiras, às 18h00 e se estenderá até o dia 23 de abril de 2012. Ao todo, serão 5 ciclos temáticos, divididos em 25 painéis de discussões de alto nível em busca de soluções para os principais problemas do Brasil e do mundo no campo da política externa e da defesa nacional.

Veja também:



quarta-feira, 30 de março de 2011

Collor lamenta morte de José Alencar e diz que Brasil perdeu um dos políticos mais lúcidos

O senador Fernando Collor (PTB) lamentou o falecimento do ex-vice-presidente, José Alencar, ocorrido na tarde desta terça-feira (29/3). “O Brasil perde um dos homens públicos mais lúcidos da nossa política. Um homem contemporâneo do seu tempo”. Para Collor, a decisão de Alencar em apoiar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi muito importante para o país. “A ele o Brasil muito deve, pela sua antevisão de que poderíamos construir um futuro melhor apoiando o presidente Lula”, afirmou. Collor sempre manteve uma relação de admiração e cordialidade com José Alencar.

domingo, 27 de março de 2011

Motta e Dilma

Quem diria, o tucano Nelson Motta agora elogia Dilma(25/03). Mudou da água para o vinho. Moço esperto. Antes, para Nelsinho, Dilma era apenas "um poste" inventado por Lula que jamais venceria Serra. Agora, Motta não economiza elogios para a presidente. "É uma mulher forte e intensa". Assim caminha a humanidade.

Collor comemora 20 anos do Mercosul e diz que momento é de avaliar trajetória da América do Sul

Responsável pela concretização do MERCOSUL, o atual senador Fernando Collor (PTB), destacou, durante sessão especial em homenagem aos 20 anos da assinatura do tratado que criou o Mercado Comum do Sul, que transcorrerá no próximo dia 26, a importância da parceria do Brasil com os vizinhos da América do Sul. Na avaliação do ex-presidente, “é momento adequado para avaliarmos uma instituição que tem tido marcante influência na trajetória do nosso país e da América do Sul”. Para o senador Fernando Collor, é preciso levar em conta as mudanças ocorridas no cenário mundial nos últimos 20 anos, com a crescente hegemonia norte-americana, a consolidação da União Européia, a ascensão econômica da China e a aceleração da globalização. O senador afirmou em seu discurso que com o esfacelamento dos blocos e com o crescimento das forças globalizantes houve um abrandamento das fronteiras estatais. “As economias viram aumentar sua inter-relação e interdependência. Para competir em um mundo crescentemente globalizado, os países procuravam, de um lado, modernizar suas economias e, de outro, maximizar seus mercados por meio de iniciativas econômicas integradoras.” Na visão do senador, hoje presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, A idéia do Mercosul não se limita à racionalidade econômica. Ele entende que a proposta é de entendimento e solidariedade entre os povos. “Não se trata apenas de negociar tarifas, mas, em visão maior, de se integrar para se desenvolver, para enfrentar vicissitudes do cenário internacional com mais força e capacidade de atuação”. Collor destacou ainda outro legado importante do Mercosul para a região, que foi a criação de uma zona de paz que dificilmente será eliminada em virtude do entrelaçamento crescente nos diversos segmentos sociais dos países participantes. Ele destacou Acordo para o Uso Exclusivamente Pacífico da Energia Nuclear de 1991, que criou a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC). Fernando Collor argumentou que a diferença entre os níveis de desenvolvimento dos membros do Mercosul deve, do ponto de vista brasileiro, ser objeto de políticas de estado de longo alcance. Porém, o senador negou que o Brasil deva fazer concessões ou aceitar proposições com o cunho de ameaças. Quando presidente da República, Fernando Collor foi signatário do Tratado de Assunção, em 1991, ato de criação do Mercosul. Ele lembrou que, naquela época, foi preciso adotar várias medidas para diminuir a rivalidade e construir uma relação de confiança entre o Brasil e a Argentina. Uma dessas ações foi firmar o Acordo para o Uso Exclusivamente Pacífico da Energia Nuclear, que criou a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares.

Veja também:


Collor pede maior coordenação macroeconômica do Mercosul

sábado, 26 de março de 2011

Herpes mental

Longe de mim querer ser dono da verdade. Muito menos pretender ser paladino de alguma coisa. Mas lamento e repudio, energicamente, sandices enfurecidas e monuntalmente equivocadas e injustas, chulas e grosseiras, de um velhaco do Rio Grande do Sul, contra Collor e Lula. O infeliz deve ter herpes mental. Até os mais ferrenhos adversários de Collor admitem que o ex-presidente mudou o Brasil. Deixou leis que continuam beneficiando o cidadão. As diretrizes econômicas traçadas por seu governo foram seguidas por todos os presidentes que o sucederam. Collor foi arrancado do cargo por um impeachment imoral e ilegal, que violentou a Constituição. A seguir foi inocentado e absolvido pelo STF de todas as torpes acusações de seus detratores. Collor olha para a frente e para o futuro. Não carrega ódio no coração. Pessoas de bem e isentas não devem permitir que canalhas e farsantes fraudem a legitima e verdadeira História Republicana, mentindo e caluniando como bem entendem. O calhorda gaúcho é filho raivoso da má-fé e do rancor. Anda de quatro. Lula, por sua vez, também insultado pelo verme gaucho, cavou seu belo destino pessoal e político com competência. Deixou o governo com 85% de apoio popular. Como ex-Chefe de Estado também é respeitado no exterior.

domingo, 20 de março de 2011

O que acontece por aí...

Grandeza e espírito público

Collor é pautado pelo espírito público. Não é mesquinho. Não guarda ódio nem rancor no coração. Isso fica para decaídos. Collor serve ao Brasil. Ontem, hoje e sempre. Não abre mão de seus deveres de cidadão e parlamentar. Estará sempre ao dispor da presidenta Dilma quando se tratar do interesse coletivo. Não importando quem ela convoque ou quem precisa sentar ao lado dele. Em todas suas ações Collor visa o bem comum.

Paes é melhor como fotógrafo

Eduardo Paes, como prefeito carioca, é, realmente, um bom fotógrafo. Estava no lugar certo na hora certa. Claro, previu tudo. Show de bola.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Sarney fala sobre sua biografia escrita por Regina Echeverria

O presidente do Senado, José Sarney, comentou nesta sexta-feira (18) o lançamento de sua biografia que acontece na próxima terça-feira (22) no Centro de Cultura Banco do Brasil, em Brasília. Com 600 páginas, a obra publicada pela Editora Leya, foi escrita pela jornalista Regina Echeverria e levou cinco anos para ser concluída. Sarney destacou que Regina teve total liberdade na pesquisa e execução da biografia, "Ela conversou com todos, amigos e inimigos, teve acesso a todos os meus arquivos", disse o senador. No total, Regina Echeverria fez 186 entrevistas em todo o Brasil e gravou inúmeras horas de depoimento com o presidente do Senado. Sarney atribuiu o sucesso do livro, que já vendeu 15 mil cópias, a qualidade do trabalho e à competência da escritora, especialista em biografias, autora de "Só as mães são felizes" que conta a história de Cazuza e "Furacão Elis" sobre a vida de Elis Regina, entre outras obras.

IMPEACHMENT - Ascensão e queda de um presidente

A Editora Cia. dos Livros, o autor Arnaldo Santos e a Casa do Ceará convidam para o lançamento do livro IMPEACHMENT - Ascensão e queda de um presidente

Quando: 30 de março 2011 (quarta-feira) as 19h30
Onde: Casa do Ceará de Brasília –
Endereço: SGAN Quadra 910 Conjunto F - Asa Norte – Brasília - DF
Informações: 61 3533-3800
Informações pelo site: http://www.aquivoceenoticia.com/


O livro Impeachment – Ascensão e queda de um presidente, editado pela Cia dos Livros, do jornalista e sociólogo, doutor em ciência políticas Arnaldo Santos, é um texto envolvente e altamente esclarecedor porque propicia ao leitor uma volta ao tempo e a cena política dos anos noventa. O autor apresenta as bases da compreensão política, a campanha eleitoral, o governo e o processo do impeachment. O Brasil foi sacudido pela sua destituição, mas tudo foi feito com as instituições democráticas funcionando plenamente, sem sobressaltos - algo até então inédito na América do Sul. Foi a primeira manifestação democrática participativa do País.

Arnaldo Santos*

Trazendo fatos reais, entrevistas, reportagens e uma rica e profunda análise do que foi esse importante momento político na história do Brasil. Indicado para estudantes e profissionais das áreas de comunicação bem como para todas as pessoas que têm interesse em entender um pouco melhor a história política do Brasil. Foram diversos personagens entrevistados por Arnaldo, durante sua pesquisa, que participaram diretamente de eventos que culminaram no impeachment, entre eles o próprio Collor. "Entrevistei desde o então Presidente da Câmara dos Deputados, Ibsen Pinheiro, até o próprio Collor, por duas vezes. No total, a tese contou com o depoimento de 14 pessoas - entre elas o Senador Amir Lando, relator da CPMI que investigou os escândalos de corrupção relacionados a Paulo César Farias, e o então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, que chegou a fornecer documentos confidenciais a Santos.”, revela o autor.

Ficha técnica: Livro: Impeachment – Ascensão e queda de um presidente; Editora: Editora Cia. dos Livros; Autor: Arnaldo Santos;Nº de páginas: 380; Preço: R$ 45,30


Quem já leu

... Este trabalho do jornalista e sociólogo Arnaldo Santos é parte de sua tese de doutorado pela Universidade Nova de Lisboa. Ele trata, com rigor científico e senso de oportunidade jornalístico, de um dos mais importantes episódios da história recente do Brasil. O impeachment do presidente Fernando Collor de Mello que foi um teste decisivo para a jovem democracia brasileira se consolidar, como também foram a eleição e posse na Presidência do candidato, de um partido de oposição ao que estava no poder em 2002, ainda mais porque esse partido e seu candidato haviam sido considerados durante algum tempo por muitas pessoas como seguidores da “esquerda” no espectro político. O país se saiu muito bem nos dois casos, que ajudaram a con­solidar as instituições políticas nacionais. O tempo transcorrido desde os acontecimentos de 1992 até a edição deste volume é suficiente, na vida individual do brasileiro, para a pessoa obter a maioridade. Parece ter sido também o bastante para a democracia no país demonstrar também ter atingido maioridade, processando a sexta eleição direta para presidente seguida, em paz, liberdade e absoluto respeito aos direitos civis e políticos de todos. Um feito inédito em nossa história e cuja relevância talvez os mais jovens não estejam apreciando devidamente, talvez o considerando apenas como “um fato da vida”... (Carlos Eduardo Lins da Silva).


... O longo, minucioso e cuidadoso trabalho de pesquisa com o qual o jornalista Arnaldo Santos obteve seu doutorado pela Universida­de Nova de Lisboa não apenas ilumina – ou seja, torna mais clara uma quadra grave da história recente do Brasil – mas representa, ao mesmo tempo, uma valiosa contribuição à memória nacional. O autor é um profissional dedicado ao seu mister. É daqueles que en­frentam e vencem, como um maratonista, todos os desafios para alcançar o seu objetivo. Ele o alcançou com este trabalho sobre “O processo de impeachment do presidente Fernando Collor de Melo e sua repercussão na imprensa de Lisboa e o sentido do impeachment para a democracia”. Um trabalho acadêmico muito bem orientado e muito bem executado... (Ciro Gomes)

* Breve Entrevista com jornalista e sociólogo, doutor em ciência políticas, Arnaldo Santos

Editora Cia. dos Livros – O que mais lhe surpreendeu, em sua vasta pesquisa sobre o impeachment do presidente Fernando Collor de Mello?

Arnaldo Santos – Objetivamente a maior surpresa ficou por conta da postura de quase todos os que foram ouvidos durante a pesquisa, notadamente daqueles que de uma forma ou de outra durante todo o processo de investigação do ex-presidente, estiveram a frente do movimento fora Collor e quando os entrevistei de uma forma ou de outra quase todos apresentaram uma explicação que ao contrário de acusarem o ex-presidente, como o fizeram durante o processo do impeachment, na verdade quase absolveram. Essa afirmação pode ser comprovada nas transcrições que faço ao longo do livro.

Editora Cia. dos Livros – Como foi defender esta tese fora de seu País?

Arnaldo Santos – Desafiador. Afinal por que uma Universidade Européia (Universidade Nova de Lisbôa) se interessaria por um estudo desses? Duas razões se evidenciam: a primeira é o ineditísmo do estudo. Essa é primeira pesquisa que investiga o fenômeno do impeachmen sob a ótica da política. Que paixões, quais as motivações especialmente do Congresso, do empresariado, da imprensa e da sociedade em geral, estiveram por traz do movimento que destituiu o primeiro Presidente eleito pelo voto direto após o regime militar? O segundo foi a repercussão que o processo do impeachment teve em toda a imprensa européia especialmente na mídia lusitana. Defender uma tese de doutorado sobre o fato mais importante da história política brasileira e ainda relativamente recente, olhando de fora do Brasil, foi extremamente desafiador.

Editora Cia. dos Livros – Como Sr. avalia a volta de Collor ao poder.

Arnaldo Santos – Extremamente importante para a democracia brasileira. Sua volta ao contrário do que muitos podem avaliar, representa o grau de maturidade política do povo brasileiro e sua postura no Senado, tem evidenciado o seu amadurecimento como homem público, pois ao contrário de um homem ressentido como se podia esperar, o que se está vendo por parte do senador Fernando Collor, é uma postura equilibrada colaborativa para com os problemas do país, e para com seus pares no cotidiano do Senado, bem diferente de quando esteve a frente da Presidência da República.

Editora Cia. dos Livros – Qual o principal legado deixado por aqueles que empenharam a ‘bandeira’ do impeachment, para os jovens de hoje?

Arnaldo Santos – De que independentemente das motivações políticas quando os homens públicos resolvem promover mudanças, ainda que ponham em risco a estabilidade Democrática, eles buscam apoio nas instituições representativas da sociedade civil, constroem e amplificam suas motivações ainda que essas não representem necessariamente as verdadeiras motivações da sociedade brasileira.

Editora Cia. dos Livros – Os jovens de hoje têm consciência sobre importância deste episódio, que podemos afirmar, ter sido um dos mais importantes na política brasileira?

Arnaldo Santos – A julgar pela forma como os jovens se comportam diante dos processos políticos do país, eu afirmo que não. A participação dos jovens na política ainda é muito pequena. Tambem é preciso afirmar que a culpa não é deles, pois o legado é ruim. Temos uma prática política mal sã, onde a elite política cumpre uma agenda que não guarda nenhuma relação com a agenda da sociedade em geral, especialmente com o que representa os interesses da juventude; mas essa realidade não será mudada sem a participação dos jovens, isso eu posso afirmar.


Editora Cia. dos Livros
Tel.: (11) 2681-2089 – Fax: (11) 2081-2080
vitório@editoraciadoslivros.com.br
www.editoraciadoslivros.com.br

quinta-feira, 17 de março de 2011

Análise isenta

Parabens ao Antônio Brasil, no "Bronca" do Cláudio Humberto, pela análise isenta, competente, verdadeira, justa e corajosa. Collor realmente tirou o Brasil das amarras do atraso. Foi arrancado do cargo porque não se sujeitou aos caprichos dos oportunistas e cretinos. Não dobrou a espinha para maus empresários, maus advogados e maus jornalistas. Todos canalhas travestidos de isentos e democratas. Já disse e repito, com prazer, alguns dessa corja de vermes continuam no palco de suas vidinhas inúteis, mentindo e iludindo as pessoas. Passam por Collor e abaixam a cabeça. de vergonha, porque não foram homens. Apenas ratos. Outros já foram diretos para o inferno.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Vicente Limongi Netto

Padreco Insolente, leviano e torpe

O padreco Lauro Palú, reitoreco do colégio carioca São Vicente, foi leviano, insolente, torpe, inconsequente e moleque, insultando o ex-aluno da instituição, o ex-presidente e senador Fernando Collor, em reunião com pais de alunos. O venal Palú também foi desrespeitoso com os pais de Fernando Collor, que já não estão entre nós. Francamente.

Padreco Insolente, leviano e torpe

O padreco Lauro Palú, reitoreco do colégio carioca São Vicente, foi leviano, insolente, torpe, inconsequente e moleque, insultando o ex-aluno da instituição, o ex-presidente e senador Fernando Collor, em reunião com pais de alunos. O venal Palú também foi desrespeitoso com os pais de Fernando Collor, que já não estão entre nós. Francamente.

“Lei protege bandido rico”

A justiça brasileira é piada de mau gosto. Se desmoraliza sozinha. O assassino Pimenta Neves foi condenado mas continua solto. Se faz de deprimido e tem advogado poderoso. Agora, outro ordinário, o médico (?) Abdelmassih, também fora das grades, está rindo de todos nós. O que adianta condenar um crápula a 278 anos de cadeia se ele não passará nem 10 anos realmente preso? É preciso urgente se modificar o código penal. Serve apenas para proteger bandidos e assassinos ricos. Seguramente a presidente Dilma também tem vergonha de algumas leis brasileiras.

Dilma destaca as mulheres

Creio que Dilma fez muito bem indo aos programas da Ana Maria Braga e Hebe Camargo. Vamos acabar com preconceitos tolos, infames e burros. Dilma assim agindo e vai agir sempre, valoriza o trabalho da mulher. Aposto que as mulheres , mesmo as que não votaram nela,estão se sentindo bem representadas com Dilma na presidência. Dilma não faz pose. Não é mulher de lero-lero. Nada de surprendente ir a programas comandados por mulheres. Ora bolas, Dilma é mulher como as outras. Tem manias, defeitos, virtudes e vaidades. Nada que Dilma faça no cargo desapontará nem servirá para humilhar as mulheres. Vai homenagear as mulheres quando for preciso. Irá ao encontro deles onde precisar. Caso num belo dia de sol Dilma resolva torcer ir torcer no Maracanã ou no Morumbi, ótimo. Será bem recebida. Dilma não faz gênero. Por isso está agradando. Avante, Dilma.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Padreco leviano

O padreco Lauro Palú, reitoreco do Colégio São Vicente de Paulo, foi moleque, desrespeitoso, leviano, insolente, inconsequente e deselegante com o ex-aluno, o ex-Presidente da República e senador Fernando Collor, citando seu nome grosseiramente em reunião com pais de alunos.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Vicente Limongi Netto

Sarney provou que realmente é democrata

Quem conhece bem o ex-presidente e senador José Sarney, não se surpreendeu com a notícia do Cláudio Humberto. Os que conhecem a formação acadêmica, política e humanística de Sarney, não esperavam outra decisão do presidente do Senado e do Congresso nacional. Sarney levou na esportiva, com grandeza e sabedoria dos que sabem envelhecer com dignidade, o comentário postado no twitter do STF, onde a servidora, com humor ferino, lembrou que depois da aposentadoria de Ronaldo, só falta o Sarney. Também saudável a manifestação de Sarney afirmando e frisando que não deseja nenhum tipo de punição para a funcionária engraçada. Ah, como tem poderoso na vida pública que imediatamente exigiria punição para a servidora "rebelde" se fosse ele o atingido! Que sirva de exemplo a magnífica lição de desprendimento de José Sarney.

Agaciel Maia é competente

Grande vitória política e pessoal do deputado Agaciel Maia, eleito presidente da poderosa Comisão de Economia e Orçamento da Câmara Distrital. Agaciel é jovem, com enorme futuro político pela frente. Será um atuante parlamentar. A eleição de Agaciel para deputado foi sua primeira grande vitória e resposta irretrucável a seus demagogos e covardes detratores. Sua segunda vitória foi agora, elegendo-se para comandar a comissão técnica mais importante da Casa. Os incompetentes e raivosos oportunistas que cortem os pulsos.

O verme Abdelmassih continua solto

A "justiça" brasileira realmente é piada de mau gosto. O canalha e assassino Pimenta Neves solto e, agora, outro verme, o ordinário Abdelmassih, também fora das grades, rindo da cara de todos. O que adianta condenar o ordinário a 278 anos de cadeia se não passará nem um ano realmente preso? É preciso se modificar urgente os diversos códigos brasileiros. Obsoletos ou apenas para proteger bandidos e assasinos ricos. Que mude-se o Código Civil e o Código Penal, como as comissões de especialistas, criadas por Sarney no Senado, estão preparando para análise de deputados e senadores. Tenho certeza que a presidenta Dilma se sente envergonhada diante das absurdas leis brasileiras.

Aplausos para a coragem de Beltrame

O Secretário Beltrame mais uma vez foi firme e corajoso, enfrentando e punindo, com o apoio da policia federal, policiais corruptos da policia civil do Rio de Janeiro. Leio, estarrecido, que delegados magoados estão fazendo agora campanha contra Beltrame. Morro de rir. Queriam o que, que Beltrame comunicasse com antecedência a cada um dos maus policiais que eles seriam presos ou afastados dos cargos? Pena que na policia brasileira não existam mais Beltrames.

Blog do Limongi

Só os idiotas não evoluem

Collor aliou-se a Lula porque acreditava e acredita ser a melhor opção política para o país. Collor sofreu, foi derrubado, caluniado, penou calado no seu calvário de décadas. Mas, com o passar do tempo, as pessoas amadurecem. Refletem onde erraram e porque. Procuram melhorar. Só os idiotas permanecem estáticos. Lula e companhia, por sua vez, também admitem que erraram muito, que se valeram de jogo político sujo para tirar Collor da Presidência da República, para a qual foi eleito com votação esmagadora. Collor acertou na sua escolha. Lula trabalhou seguindo suas diretrizes econômicas. Assim como fez FHC. Collor não se arrepende de apoiar Lula, de exaltar as realizações do petista, da mesma forma que continua apoiando a presidenta Dilma. A vida segue. Política não é feita com o fígado, mas com o cérebro.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Carta de João Pinho

Caríssimo Limongi.

Cumprimento-lhe por saber da sua amizade ao senador Fernando Collor, pela feliz noticia veiculada no Jornal Nacional da TV Globo, no concernente à indicação pelo presidente do Senado, José Sarney, para efeito de que o Senador pelo Estado de Alagoas, seja membro da Comissão de Reforma Política.Com efeito, imediatamente, lembrei-me da colaboração que o combativo jornalista poderá oferecer ao notável Senador. Cinge-se a esse desiderato, que estarei ampliando o meu ponto de vista jurídico, no que concerne às eleições coincidentes para presidente, governadores, prefeitos e das três esferas do legislativo (municipal, estadual e federal), cuja síntese foi publicado neste seu portal, quando cumprimentei à excelentíssima senhora presidenta Dilma Rousseff, pelo seu discurso de posse no Congresso Nacional, exatamente neste ponto, ou seja, da necessidade de uma reforma política, que na dicção de Alexandre Garcia, no Jornal da Manhã da TV Globo, assim aclarou: “A presidenta Dilma (reafirmou), durante o seu discurso na abertura dos trabalhos do Congresso, que como dirigente do executivo contribuirá com o poder legislativo, na reforma política”. Cabe-me ressaltar, que o veterano jornalista Limongi, até então, foi o único analista a elaborar um raciocínio lógico da personalidade da presidenta Dilma Rousseff, no que concerne a firmeza e convicção de suas idéias em benefício da Nação. Tenho certeza que os céticos, os quais arvoram-se declarar o que pensa à presidenta Dilma Rousseff, inclusive, de que seu governo, teria abandonado à idéia de uma reforma política, estão decepcionados!Saudações respeitosas!

João Pinho é ex-Conselheiro da O.A.B/BA. e Membro da Delegação do Governo do Brasil, credenciado na O.E.A. E O.N.U.

Quem tem medo de José Serra?

Ninguém. Serra tinha poder e voto quando era governador. Sem mandato e membro de um partido cada vez mais indo de ladeira abaixo, José Serra não encontra no horizonte político espaço que lhe dê fôlego e ânimo para novas jornadas. Vir a presidir o combalido PSDB pouco acrescentaria as suas ambições. Agora Serra não tem mais um jovem Aécio Neves indiferente à Presidência da República. O senador mineiro vem com todo gás. Para o cargo que lhe convier. Por fim, Serra saindo do PSDB, iria para onde? Fundaria novo partido? Nos outros partidos importantes, como PMDB, PT, PTB ou PDT, o simpático Serra não seria bem recebido nem pintado de ouro.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Deveriam prender o canalha Pimenta Neves

Faz tempo, volto a perguntar e exigir: quando o canalha e assassino Pimenta Neves será preso, por matar a jornalista Sandra Gomide? O verme continua solto e deprimido? A justiça brasileira realmente só trata no pau, somente é severa e dura, com pobres, com desempregados, com aqueles brasileiros que não têm dinheiro para pagar bons advogados. Pimenta Neves em liberdade é um escárnio, uma afronta ao bom senso. Pimenta Neves solto desmoraliza a verdadeira Justiça brasileira.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Collor realmente entende tudo o que aconteceu... E é aí que está a esperança


Fernando Collor, ex-presidente e senador por Alagoas, mais uma vez, mostrou que, depois de todas as injustiças inomináveis e ignominiosas de que foi vítima, realmente amadureceu... e cresceu. E muito... Surpreendentemente, o grande, mas inexplicavelmente ressentido e defensivo Itamar, quando foi abordado pelo ex-presidente Collor, com a convicção dos amadurecidos, com a cordialidade dos verdadeiros cristãos, com a honestidade dos humanistas e verdade dos estadistas, não teve como resistir à realidade:

- Ele foi muito educado. Realmente me surpreendeu – confessou Itamar ao explicar a cordialidade quase entusiástica com a qual os dois ex-inimigos se cumprimentaram ao se reencontrar. Isto se chama brasilidade e bom senso.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sarney quer que as experiências de Collor e Itamar façam parte da Comissão de Reforma Política

Os ex-presidentes da República e atuais senadores, Itamar Franco (PPS-MG) e Fernando Collor (PTB-AL) deverão integrar a Comissão de Reforma Política. A informação é do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao chegar nesta terça-feira (8) ao Senado Federal. Ele explicou que já tem uma lista com alguns dos nomes que serão convidados a compor a comissão a ser instalada aInda nesta semana.
- Os ex-presidentes da República que estão no Congresso evidentemente farão parte da comissão - assinalou.
De acordo com Sarney, a expectativa é anunciar ainda hoje os integrantes da comissão, que terá um prazo de 60 dias de funcionamento.

Salário Mínimo

Indagado por jornalistas a respeito do reajuste do salário mínimo, Sarney defendeu o acordo feito pelo então presidente Luiz Inácio e Lula da Silva e as Centrais Sindicais, que leva em conta a inflação e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. Na opinião do presidente do Senado, o Congresso Nacional não deveria ter que analisar o reajuste do mínimo.
Com a Medida Provisória 516/10, assinada no fim do ano passado, o governo fixou em R$ 540 o piso nacional de salários, mas a presidente Dilma Rousseff já admite reajustar o mínimo para R$ 545.
- Uma das coisas que considero como distorção em medidas provisórias é o fato de nós termos absorvido, na Constituição de 1988, a capacidade de votar o salário mínimo, quando, na realidade, isso compete exclusivamente ao Poder Executivo - argumentou Sarney.

Agenda

Sarney visita, nesta terça-feira, às 11h, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, e, às 15h, encontra-se com a presidente da República, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, para retribuir a vinda de ambos ao Congresso na abertura do ano legislativo.

Rodrigo Baptista / Agência Senado

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Collor e Lindberg

Quis o destino que Fernando Collor e Lindberg Farias se encontrassem no Senado. O mundo gira. As pessoas nascem, crescem, evoluem e amadurecem. Collor e Lindberg agora estão na mesma trincheira. Foram eleitos para defender os interesses coletivos. Diz a verdade popular que quem vive de passado é museu.Sabem que precisarão trabalhar juntos em benefícios dos pleitos da população. Nenhum deles produzirá rigorosamente nada de positivo se não estiverem unidos pelo diálogo e pelo desprendimento. O Brasil precisa da determinação e do espírito público de Collor e Lindenberg.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Entre patas imundas e ressentidos, falta respeito aos ex-presidentes...

Checagem

O metido a sabidão site Congresso Vesgo, ou Caolho, geralmente e pretenciosamente chamado de Congresso em Foco, novamente lança suas patas imundas contra Collor de Mello, divulgando pesquisa mentirosa e venal. Pobres diabos.Aprendam a trabalhar com isenção e correção.Também irresponsáveis jornais e outros veículos que publicam asnices do tal site sem procurar checar a veracidade das informações.

A reeleição de Sarney no Helio Fernandes

“Hélio, É preciso que se respeite a trajetória política e a longa vida pública de José Sarney. Alguns dos textos aqui publicados são colossais insultos e criticas descabidas. Francamente. O ressentimento e o rancor insistem em vencer os argumentos e a isenção.”

Collor elogia mensagem de Dilma

O senador disse que a presidenta pode contar com seu apoio para a erradicação da miséria
Assessoria

O senador Fernando Collor (PTB-AL) elogiou o discurso de apresentação da mensagem do Governo Federal, feito pela presidente da República, Dilma Rousseff, durante a abertura dos trabalhos do Congresso Nacional na tarde desta quarta-feira (2/2). Collor disse que a presidente poderá contar com seu apoio, especialmente para a aprovação de projetos nas áreas de saúde, educação, segurança, meio-ambiente, prevenção de tragédias naturais, reformas política e tributária, entre outros pontos abordados no discurso. Na avaliação do senador petebista, o compromisso reafirmado pela presidente Dilma Rousseff de erradicar a miséria no país é um dos compromissos mais importantes assumidos pelo Governo. Ele disse que o Congresso Nacional deve atuar em conjunto com o Executivo a fim de elaborar e votar leis que possibilitem a erradicação da miséria, que passa, necessariamente, pela melhoria da educação e da qualificação profissional. O senador lembrou que no ano passado discutiu a questão da qualificação profissional dos brasileiros durante debates promovidos pela Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, da qual era presidente, junto a entidades governamentais, iniciativa privada e o mundo acadêmico. “O ensino técnico profissionalizante foi apontado pelos especialistas como uma das soluções para atender as demandas do Brasil com programas como o PAC e o Pré-sal”, declarou Collor. O ensino técnico profissionalizante foi um dos pontos abordados pela presidente Dilma para melhorar a educação, ao lado do aumento do número de creches, pré-escola e das vagas para o Programa Universidade para Todos (Prouni). Em relação à saúde, a presidente estipulou uma meta de criação de 500 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) com investimentos de R$ 2,6 bilhões, além da aplicação de R$ 2,5 bilhôes em unidades básicas de saúdes (UBS) e na criação de infraestrutura de apoio para as equipes de saúde da família.Collor acredita que essa iniciativa do Governo Federal poderá desafogar os hospitais públicos das grandes cidades e melhorar o atendimento da saúde à população mais carente. Ele entende que as ações de saúde, educação e saneamento básico, devem ser promovidas de forma coordenada, pois só assim terão resultados efetivos. Outro ponto que chamou a atenção do senador Fernando Collor foi com relação ao programa de prevenção para evitar tragédias provocadas por fenômenos naturais. Ele lembrou as chuvas que ocorreram em Alagoas em junho passado, quando dezenas de pessoas morreram e centenas ficaram desabrigadas. Embora a presidente tenha se referido, em seu discurso, aos desabamentos e mortes ocorridos no Rio de Janeiro no inicio deste ano, Collor disse que não poderia deixar de lembrar a tragédia que se abateu sobre Alagoas no meio do ano passado e que repercutem até hoje para milhares de pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas chuvas. “Se tivéssemos uma política de prevenção, como quer a presidente Dilma, talvez muitas vidas tivessem sido salvas”. Por fim, o senador lembrou a importância de reformas como a política e a tributária, que foram prometidas pela presidente. Collor destacou as mudanças em relação à tributação no país especialmente as que possam permitir a desoneração das atividades indutoras do crescimento e de bens de consumo popular, conforme mencionou Dilma Rousseff.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Pensem no povo

Já devidamente matriculados na escola destinada a servir o povo, o Brasil e as instituições, deputados e senadores precisam estudar em conjunto os temas que afligem a população. No Legislativo não se consegue nada isoladamente. Não se beneficia a coletividade se não for através de ações coletivas. Pena que alguns não pensem assim. Preferem jogar para a platéia. São os eternos reféns dos holofotes fáceis. São parlamentares que nada produzem de positivo para a população. Pertencem ao melancólico timeco que atrasa o país e desmoraliza a classe política. São demagogos profissionais. Seguem a torpe cartilha de cada um por si e Deus por todos. Fora com eles.

Dilma venceu obstáculos com méritos

Bom destacar e recordar meu texto de 2009, logo que Dilma soube da doença. Era época difícil. Alguns asnos preferiam debochar dela e da doença. Pobres diabos. Dominados pelo rancor, recalque e ressentimento. Dilma venceu os obstáculos com galhardia e, hoje, com méritos, é a Presidenta do Brasil.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Evolução e amadurecimento político

O encontro mais esperado no Senado aconteceu. Os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Lindeberg Farias (PT-RJ) se abraçaram com grande cordialidade no primeiro encontro durante abertura dos trabalhos da Casa. Amadurecimento político é isto.