sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vicente Limongi Netto

Sarney e Renan na Berlinda
Os agora travestidos de rebeldes senadores do PMDB protestam contra  os senadores Renan Calheiros e José Sarney. Ao contrário do PT, que geralmente prefere retaliar, o PMDB dialoga com todos os segmentos do partido. Renan e Sarney conquistaram a maioria dentro do partido com trabalho, com esforço pessoal. Foram reconduzidos líder do PMDB e presidente do Senado, porque têm lastro político e têm votos. Os rebeldes, a maioria recém chegada ao senado, precisam primeiro mostrar trabalho, esforço pessoal, competência, para, a seguir, exigir maiores espaços políticos. Os senadores calouros do PMDB que estão zangadinhos com Sarney e Renan, precisam primeiro produzir pela coletividade no Legislativo. Mostrar serviço. Para isso foram eleitos em seus Estados. Não será  disputando torneio de cuspe á distância ou lero-lero por correspondência que poderão um dia ser mais fortes nacionalmente do que Sarney e Renan.
Senado trabalhando
Dentro do painel "Rumos da política externa", a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, por requerimento do senador Fernando Collor, terá audiência pública dia 30, SEGUNDA, sobre "Geopolítica e Relações Internacionais". Os convidados, que falarão a respeito da "Influência  da China e da Al-Qaeda na África Setentrional e Meridional", serão os seguintes: Henrique Altemani de Oliveira, Jorge Ramalho da Rocha, Jorge Lasmar e Antõnio Barbosa.  Por sua vez, dia 2, na Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Rio+20 e do Regime Internacional Sobre Mudanças Climáticas, por requerimento do senador Cristovam Buarque, começa o ciclo de audiências  públicas sobre "Alimento: como produzir para atender as necessidades?", com os convidados Silvio Porto, André Nassar, Jorge Zimmermann e Milton Rondó Reis filho.
Desrespeito do chargista
Repudio e deploro a infeliz e desrespeitosa charge, publicada na edição de hoje, dia 25,  do Correio Braziliense sobre Ricardo Teixeira e João Havelange. Piadinha sem graça, desnecessária e injusta contra dois vitoriosos dirigentes esportivos.  Na gestão de Teixeira na CBF o Brasil é penta campeão do mundo de futebol. O primeiro título mundial brasileiro, em 58, na Suécia, João Havelange dirigia a então CBD, hoje CBF. Como presidente da Fifa Havelange uniu  nações e povos através do futebol. É recebido e respeitado por Chefes de Estado no mundo todo. É preciso que se diga aos açodados e ressentidos que Ricardo Teixeira teve participação decisiva na escolha do Brasil para sediar a copa de 2014, assim como Havelange, como presidente de honra da Fifa e com direito a voto. Havelange mandou carta do próprio punho para centenas de membros da Fifa, pedindo votos para o Brasil. Não tenham dúvidas que foi atendido por pelo menos 36 deles. Da mesma forma, no Comitê Olimpico Internacional, na qualidade de membro decano da entidade e com direito a voto, João Havelange teve participação fundamental para que o Rio de Janeiro fosse escolhido como sede das olimpíadas de 2016. Portanto, é preciso que se dê valor a quem tem e merece.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Vicente Limongi Netto

Pimenta já vai preso tarde

Antes tarde do que nunca. Novamente é preciso aplaudir com entusiasmo o STF por finalmente mandar para a cadeia o assassino confesso Pimenta Neves. Com o ordinário Pimenta Neves realmente preso, a suprema corte brasileira quebra um pouco a terrível, pretensiosa e arrogante tradição jurídica segundo a qual rico e poderoso com bom advogado não vai preso no Brasil. Na verdade, para brasileiros de bem, a perplexidade é tão grande com à decisão dos ministros do STF que a ficha ainda não  caiu.

Noite dos Gigantes: A História do futebol brasileiro

Faço questão de transcrever texto do excelente colunista do Globo, Fernando Calazans. Em respeito a boa informação de Calazans, aos extraordinários autores do livro e aos gigantes do futebol que encantaram os gramados e os torcedores:

"Noite dos Gigantes: A História do futebol brasileiro - do melhor futebol brasileiro pentacampeão mundial -  ganha hoje um presente e tanto. Uma segunda edição atualizada e ampliada de "Gigantes do Futebol Brasileiro", de João Máximo e Marcos de Castro, autores que bem poderiam entrar numa lista equivalente de jornalistas brasileiros. A primeira edição desses gigantes do futebol foi publicada em 1965, infelizmente nunca reeditada e só encontrada, hoje, em poucos sebos. A Civilização Brasileira corrige agora esse descuido das nossas editoras, com uma edição caprichada, acrescida da história de mais nove craques, e enriquecida com ilustrações de Ique e prefácios de Paulo Mendes Campos(o da primeira edição) e de Luiz Fernando Veríssimo. Os autores esclarecem que não se trata necessariamente de uma lista definitiva de "maiores jogadores brasileiros de todos os tempos", mas de gigantes cujas histórias eles gostariam de contar. São eles: Friedenreich, Fausto, Domingos da Guia, Leônidas, Tim, Romeu, Zizinho, Heleno de Freitas, Ademir, Danilo, Nilton santos, Didi, Garrincha, Pelé, Gerson, Rivelino, Tostão, Falcão, Zico, Romário e Ronaldo Fenômeno. Carreiras e vidas que ganham dimensão com a qualidade literária dos textos de Marcos de Castro e João Máximo. A noite de autógrafos será hoje, a partir das 19 horas, na livraria da Travessa, Rua Visconde de Pirajá, 572, em Ipanema".  

Lula em campo por Palocci

Creio que Lula faz muito bem em fazer o meio-de-campo do jogo político para defender o ministro Palocci. Afinal, Lula teve participação fundamental na eleição da presidente Dilma. O governo Dilma também é dele. Lula é presidente de honra do PT, agora age para tirar Dilma do sufoco político. Não vejo mistério  nem surpresa a presença de Dilma de volta ao cenário político. O êxito do governo Dilma também beneficia politicamente Lula, além de, evidente, ser saudável e positivo para a população em geral, e para os eleitores dela, em particular. Lula também voltou para somar com Dilma porque não  deseja que a combalida e desunida oposição, tire vantagens eleitorais, como sonha tirar, exigindo o afastamento do ministro Palocci.Portanto, o jogo é para profissionais. Lula é do ramo. Síntese, agora é Lula contra todos que são contra o governo Dilma.É esperar para ver quem é mais competente.

Pimenta merece apodrecer na cadeia

Ouço que o canalha assassino Pimenta Neves não terá tratamento vip na cadeia. E porque teria? Deveria apodrecer na cadeia. Mas, lamentavelmente não acredito. Não demora, pela idade do patife, mais de 70 anos, deixará o presídio para cumprir prisão domiciliar. O STF agiu certo. Cumpriu a lei. O ordinário ficou 11 anos solto,  se fingindo de deprimido. Contudo, ao mesmo tempo, advogados poderosos do verme Pimenta acabarão encontrando brechas nas leis para soltar o animal pegajoso. É um escárnio.

Discordo de alguns leitores de “O Globo”

Discordo dos leitores (3.3) Sebastião Pedroso de Lima e Sérgio de Souza Torres. O primeiro, por criticar o deputado Almeida Lima apenas e simplesmente porque, segundo ele, o parlamentar sergipano era da tropa de choque de Renan Calheiros. Creio ser muito pouco ou nada, para que, levianamente, se  mande um cidadão para o pelotão de fuzilamento. Já o segundo leitor, querendo se fazer de humorista, faz tola galhorfa pela eleição do senador Fernando Collor para presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. O ex-presidente mais uma vez honrará o cargo, trabalhando com determinação, isenção e espírito público.

Carta do deputado Almeida Lima

“Caro Vicente Limongi, boa tarde.

Desculpe pela demora na resposta devido ao grande volume de trabalho. Quero agradecer pelo apoio e dizer que cidadãos como você nos fazem seguir sempre em frente, ignorando as críticas infundadas e gratuitas. Continuo trabalhando pelo bem de Sergipe e sempre privilegiando as ações em prol do Estado e do país. Atualmente sou Presidente da Comissão Especial da Reforma Política da Câmara dos Deputados. Estamos percorrendo o país em conferências regionais nos estados além da realização de audiências públicas que estamos fazendo aqui na Câmara dos Deputados. Um trabalho que vai ajudar a aprimorar o processo democrático no Brasil.
Saiba que sou grato por suas palavras.

Grande abraço.

Dep. Fed. Almeida Lima (PMDB/SE)”

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Vicente Limongi Netto

Bravos 30 mil Dias

A Folha de São Paulo faz muito bem em comemorar os marcantes 30 mil dias de História. Entre os assuntos destacados pelo jornal, o torpe, covarde e ilegal impeachment de Collor, que em setembro completa 19 anos. Foi o acontecimento político mais negro da política brasileira. Arrancaram do cargo um jovem eleito com mais de 35 milhões de votos, que procurava trabalhar duro, com firmeza e isenção, para tirar o Brasil das amarras do atraso. Collor caiu porque não se sujeitou aos caprichos de grupos de hienas e abutres que derrotou nas urnas. Tiraram Collor da Presidência da República porque não permitiu servir de pasto para saciar o apetite de políticos e empresários oportunistas.

Saída de Palocci seria festa para a Oposição

Não acredito que a presidente Dilma vá ajudar a combalida oposição a sair do marasmo, demitindo o ministro Antônio Palocci. Logo Palocci, o mais importante e forte ministro do governo. Seria o mesmo que transferir ao PSDB e DEM a bandeira da ética da moral e dos bons costumes e da boa gestão pública. O afastamento de Palocci de forma dramática e escandalosa levantaria o ânimo e o moral da oposição para as eleições de 2012. Seria um retumbante fato novo para tentar massacrar o governo e aliados. Mesmo governando o Brasil, Dilma carregaria e ouviria por todo o mandato a gritaria de uma eufórica oposição, que arrancou Palocci do poder por irregularidades. Por onde for, a agora aparentemente unida oposição terá discurso de vitoriosa. Seria vista até com bons olhos por eleitores de Dilma. Nada é impossível em política. O ruim é perder. Até mesmo o afastamento temporário de Palocci para que prove sua lisura, deixaria manchas difíceis de serem apagadas na gestão Dilma.

Mano parece Dunga

Mano Menezes convocou jogadores desconhecidos e medíocres. Arouca é infinitamente superior do que alguns chamados pelo técnico brasileiro. Tomara que Mano não se torne genérico do infeliz Dunga, que insistia com jogadores bisonhos e deu no que deu. Não demora chama o truculento Felipe Melo. O consolo do trocedor e a sorte de Mano Menezes é que agora a seleção não abre mão de Neymar, Ganso, Lucas, Pato e Tiago Silva.

Governo Incompetente

É mesmo muita desfaçatez. E, como virou moda, Brasília e seus habitantes é que pagam o pato. Um governo incompetente que não consegue nem implodir com êxito um estádio de futebol, não tem qualificações para exigir que Brasília faça o jogo de abertura da copa do mundo de 2014. O desgoverno atual deveria acender uma vela a Deus e outra a CBF, por Brasília já ser uma das sedes da Copa e, agora, também uma das capitais que receberá jogos da Copa das Confederações, em 2013. Francamente, desmontem o palanque eleitoreiro e comecem a trabalhar pela coletividade. Os problemas que afligem os brasilienses são imensos e cada vez mais assustadores e precisam urgentemente ser solucionados.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Reforma política cumpre calendário e chegará ao plenário do Senado no começo de julho




O presidente da Comissão de Reforma Política, Francisco Dornelles (PP/RJ), entregou nesta manhã ao presidente do Senado, José Sarney, o conjunto de onze propostas de projetos de leis e de emendas constitucionais sobre a reforma política. Sarney assegurou que, ainda nesta tarde, promoverá a leitura dos textos no plenário e que, amanhã, deverá seguir para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O senador Eunício Oliveira (PMDB/ CE), presidente da CCJ, prevê que, no próximo dia 25, os projetos estarão em pauta. "Nosso objetivo é o de cumprir um cronograma que se encerrará no dia 6 de julho", afiançou, prevendo que, a partir de então, os projetos de lei e PECs serão encaminhados para votação em plenário.
Sarney elogiou a "eficiência e dedicação de Dornelles, que resultaram no cumprimento dos prazos acordados". Ressaltou que, "em assunto tão complexo, foram abandonadas as questões teóricas e difusas para se discutir o essencial". Disse ainda que o trabalho de Dornelles foi "excepcional", aliando vontade política ao interesse nacional. "A conjugação desses fatores possibilitou a realização desse louvável trabalho."
A maioria dos senadores membros da comissão de Reforma Política prestigiou o evento. Luis Henrique (PMDB/SC) destacou o papel do presidente Sarney, relembrando que a criação da comissão de Reforma Política foi acompanhada de outra proposta de grande relevância: a Emenda à Constituição para alterar o rito de tramitação das Medidas Provisórias. Depois registrou que Sarney teve presença assegurada na história do país quando convocou a Constituinte em 1988. O que ressaltou "como ato de coragem fundamental para a consolidação da democracia no Brasil".
A senadora Vanessa Grazziotin (PC do B/AM) elogiou a condução dos trabalhos pelo senador Dornelles e fez "agradecimento especial" ao senador Sarney pela indicação de quatro mulheres senadoras para compor a comissão - Ana Rita (PT/ES), Ana Amélia (PP/RS), Lúcia Vânia (PSDB/GO) e ela própria. "Devemos isso ao presidente Sarney", marcou.
O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) classificou como "feito histórico" o relatório apresentado hoje" , além de também elogiar o presidente Sarney, pela iniciativa e Dornelles pela condução dos trabalhos. Collor (AL/PTB) disse que sua descrença no início dos trabalhos da Comissão de Reforma Política foi substituída pela empolgação com a eficiência no cumprimento dos prazos do trabalho. "Quando presidente da República tentei promover uma reforma, mas não foi a frente", recordou para ressaltar a "inequívoca liderança" de Sarney e a atuação de Dornelles como "chaves do sucesso" no resultado dos trabalhos da comissão.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Collor participa de almoço no Itamaraty com a presidenta Dilma Rousseff




O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB), participou de almoço no Itamaraty, a convite da presidenta Dilma Rousseff, em homenagem ao primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, que chegou hoje à Brasília. Collor aproveitou a oportunidade para agradecer à presidenta Dilma pelo empenho do Governo Federal na ajuda às vítimas das fortes chuvas que ocorreram no inicio deste mês no estado de Alagoas, quando nove municípios foram reconhecidos em estado de calamidade e mais de seis mil pessoas ficaram desabrigadas. O senador lamentou que pelo segundo ano consecutivo Alagoas tenha sido atingida por mais um desastre natural, deixando milhares de famílias desabrigadas. Nas primeiras semanas após as chuvas, a presidenta anunciou a liberação de recursos na ordem de R$ 1 milhão em caráter emergencial para atender aos desabrigados. Collor lembrou que é importante a realização de obras estruturantes para impedir que novas catástrofes aconteçam. O almoço foi realizado no Palácio do Itamaraty e foram discutidos entre os dois países temas como a necessidade do fortalecimento de organismos multilaterais como o Conselho de Segurança da ONU, o Banco Mundial, Rio+20, combate à pobreza.

sábado, 7 de maio de 2011

Vicente Limongi Netto

O que acontece por aí...

São 13 anos de trabalho e sucesso

Parabéns ao Cláudio Humberto pelo sensacional feito, 13 anos de bom jornalismo, informação clara e limpa e completa isenção profissional. São 13 anos de trabalho e sucesso.

Mais um projeto inútil dos Distritais

A meu ver é completamente infeliz, imbecil, desnecessário, absurdo e perigoso o "projeto" da Câmara Distrital aprovando a venda de combustíveis em supermercados, hipermercados e shoppings. Os deputados distritais se acham o máximo. Alguns deles não passam de farsantes. O cidadão brasiliense precisa é de iniciativas úteis, oportunas, que beneficiem o contribuinte e tragam melhor qualidade de vida para a coletividade que paga pesados impostos.

O STF acertou uma

De vez em quando o STF acerta uma. Ainda bem. Parabens, então aos ministros da suprema corte pela decisão unânime e histórica a favor dos homossexuais. É preciso que se acabe no Brasil a escalada brutal, covarde e hipócrita contra as pessoas. Cada um faz da sua vida o que bem entender. O importante é lutar para ser feliz.

Collor acompanha preparativos para RIO+20

Para o senador mundo tem que adotar nova postura frente os problemas ambientais

Em visita ao Rio de Janeiro durante esta semana para acompanhar o andamento dos preparativos para conferência mundial do meio-ambiente, a Rio+20, o presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), senador Fernando Collor (PTB-AL), considerou o resultado extremamente profícuo. Na avaliação do senador, é importante que a conferência resulte no estabelecimento de metas, compromissos, bem como na adoção de uma nova postura frente aos problemas ambientais que o mundo enfrenta. “É necessário pensar o futuro com otimismo, imaginar nossos próximos 20 anos. E fazer com que estes sejam significativamente melhores que os últimos 20”, destacou. Para o senador Fernando Collor, a chamada economia verde, com baixa emissão de carbono e alta inclusão social, no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, deverá ser um dos temas designados para a Conferência. Ele acredita que a transição do atual modelo produtivo para o modelo de economia verde abre um leque considerável de oportunidades de crescimento sustentável. "É preciso ter muito claro que a crise ambiental afeta principalmente a população menos favorecida. Por outro lado, a transição para a economia verde, de baixo carbono, com crescimento econômico, abrirá oportunidades para todos os países, principalmente os de menor desenvolvimento relativo, uma vez que seus parques industriais ainda não estão completamente instalados e portanto terão seus custos de adaptação reduzidos. As novas indústrias serão já mais eficientes, com menor consumo de energia, de insumos e voltados para um consumidor mais consciente", comentou Collor. O presidente da CRE defendeu ainda uma proposta de que os tratados assinados durante a Rio+20 utilizem um conceito já em uso no campo dos Direitos Humanos, que é a proibição de retrocesso. “Nenhum novo tratado poderá fazer voltar atrás objetivos, metas, direitos enfim, acordados anteriormente”, destacou. Como exemplo o senador Fernando Collor lembrou que o Protocolo de Quioto estabelece metas mandatórias a serem atingidas em determinado prazo no que diz respeito à emissão de gases de efeito estufa. “No entanto, alguns países desenvolvidos, descumpriram os prazos e tentam renegociar o que fora antes pactuado. É o mais impudente retrocesso”, disse. O senador sugeriu ainda que para acelerar estas as mudanças de cultura e de hábitos, deve ser incentivada a utilização intensiva das novas mídias, como internet e a redes sociais, a fim de esclarecer a população sobre seus deveres nesse campo. “Muito se discute sobre os direitos da cidadania, por que não iniciar o debate sobre seus deveres, os deveres de cada um de nós em relação ao exercício de uma cidadania responsável, capaz de dar um alento ao planeta”. Collor lembrou que durante a Cúpula da Terra, realizada em 1992, presidida pelo senador, pôde constatar a dificuldade em superar conceitos arraigados de modo de produção e consumo. Para o presidente da CRE a capacidade de imaginar novos paradigmas de desenvolvimento é bem escassa no cenário internacional. "O Brasil, naquele momento, teve de exercer uma liderança decidida para que se pudesse alcançar êxito, para que fosse adotada a Agenda 21, a Convenção de Biodiversidade, a Convenção sobre Mudanças Climáticas, entre outros textos fundamentais para o Desenvolvimento Sustentável, além da sugestão do Governo brasileiro para que tivesse sede no nosso país organismo internacional com funções de fortalecer a gestão da agenda de Meio Ambiente", recordou o senador. Por fim, por considerar o evento de extrema importância, o senador Fernando Collor disse que todos os eventos ligados à RIO+20 que forem acompanhados pela Subcomissão da CRE serão informados aos demais membros da Comissão detalhadamente.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Collor manifesta solidariedade às vítimas das enchentes em Alagoas

Senador anunciou que já entrou em contato com governo federal para liberação de recursos

O senador Fernando Collor manifestou solidariedade às famílias atingidas pelas chuvas que vem castigando vários municípios alagoanos nos últimos dias. Até o momento, a Defesa Civil confirmou que 11 municípios já foram afetados e mais de seis mil pessoas já sofrem as consequências das enchentes na região. Collor já manteve contato com vários Ministérios a fim de conseguir alocar recursos para recuperação das casas e estradas atingidas pelas enchentes e anunciou que em breve os recursos emergenciais devem estar sendo liberados para atender aos municípios atingidos.
- Aqui em Brasília já começamos a o trabalho junto a diversos ministérios solicitando não apenas para os recursos emergenciais para atender às primeiras vítimas dessas enchentes, mas também os recursos para as obras permanentes como a recuperação daquilo que foi destruído, para a recuperação das rodovias, sobretudo, a recuperação das casas que foram destruídas pelas enchentes – afirmou o senador.

Collor disse ainda que pelo que ouviu dos ministros com quem manteve contato para pedir apoio às vítimas das enchentes, o governo da presidente Dilma Roussef está “absolutamente atento” aos acontecimentos. O senador revelou ainda que ainda esta semana parte dos recursos emergenciais para atender aos estados de Alagoas e Pernambuco devem estar sendo liberados pelo Governo Federal.
- Estamos aqui apostos, atentos e trabalhando para tentar diminuir um pouco o sofrimento dos alagoanos que foram vitimas das enchentes – afirmou.
No ano passado o estado de Alagoas enfrentou problema semelhantes com as chuvas que atingiram 15 municípios, deixando mais de 53 mil desabrigados e 27 mortos. O senador Fernando Collor esteve pessoalmente com o então presidente Lula para pedir recursos para o Estado e garantir a realização de obras estruturantes que pudessem minimizar os efeitos das chuvas. Este ano os municípios atingidos pelas enchentes são diferentes dos do ano passado. Collor lamentou que Alagoas tenha sido novamente afetada por fortes chuvas e garantiu que desde o inicio vem trabalhando fortemente junto ao Governo Federal para garantir o apoio aos desabrigados.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Collor apela para responsabilidade do Brasil com os parceiros do MERCOSUL

Durante a discussão para a votação do Projeto de Decreto Legislativo 115/2011, que altera o acordo entre os governos do Brasil e Paraguai, o presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTB) fez uma intervenção, como ex-presidente da República signatário da criação do MERCOSUL, apelando aos senadores para a responsabilidade do Brasil perante os seus parceiros comerciais. Inicialmente o senador Collor pediu que fosse retirado todo e qualquer sentido de caráter ideológico da discussão sobre o Tratado de Itaipu. "Temos também que retirar o interesse de Governo, neste caso o interesse é do Estado brasileiro. O Brasil, como sócio, maior participante do bloco do MERCOSUL, tem sim responsabilidade perante os seus parceiros, tanto pela sua dimensão territorial quanto pelo tamanho da sua economia", disse. Collor lembrou que o MERCOSUL foi uma construção que perpassou por vários presidentes, desde José Sarney, com a assinatura da declaração de Iguaçu, passando por ele, quando o tratado da criação do MERCOSUL foi assinado há 20 anos, seguindo por Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. "Diversos matizes ideológicos diferenciavam os presidentes que ajudaram a construir o processo de integração do Cone-Sul", afirmou. O presidente da CRE lembrou ainda que se o MERCOSUL não avançou nos últimos anos como se imaginava e gostaria é por causa das diferenças. Collor alertou que a tendência mundial é a construção de blocos econômicos fortes, uma vez que a grande guerra a ser enfrentada pelos países no próximo século será a econômica. “Se não constituirmos os nossos blocos de forma hígida, pujante, não conseguiremos sobreviver. Isso só poderá ser feito se corrigirmos as assimetrias que existem hoje entre os países do bloco. E essas assimetrias só poderão ser corrigidas na medida em que o Estado Brasileiro assumir a responsabilidade e a obrigação de quem detém a maior economia dentre os que compõem o bloco do MERCOSUL”, argumentou Collor. Para o senador, ao votar o projeto de correção dos valores pagos pelo Brasil pela energia do Paraguai no Tratado de Itaipu, o Congresso demonstra a responsabilidade e preocupação com os seus parceiros econômicos.

Collor participa de mesa-redonda sobre desenvolvimento sustentável no Rio

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB), participa, na manhã desta sexta-feira (29/4), no Rio de Janeiro, de uma reunião promovida pelo Itamaraty, intitulada “Mesa-Redonda de Alto Nível da Rio+20: Os Novos Desafios do Desenvolvimento Sustentável”. De acordo com o Itamaraty, a Mesa-Redonda será a primeira de uma série de outras discussões com representantes dos mais diversos setores da sociedade com vistas à construção do pensamento brasileiro sobre a questão ambiental. Entre os meses de maio e junho do próximo ano o Brasil sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, chamada Rio+20, que discutirá o futuro do planeta e deverá estabelecer um novo protocolo ambiental, visto que o de Kyoto perderá a validade a partir de 2012. A participação do senador Fernando Collor na Mesa-Redonda do Itamaraty deve-se não apenas pela presidência da CRE, mas pelo fato de o senador ter sido o idealizador da proposta da Conferência junto ao Legislativo e que foi recepcionada pelo então presidente Lula, que levou o tema às Nações Unidas em 2007, recebendo total apoio dos demais países integrantes da ONU. A Mesa-Redonda contará ainda com a participação do ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, além do Diretor-Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner. Na próxima segunda-feira (2/5) o senador Fernando Collor voltará ao Rio de Janeiro, desta vez para, junto com os demais membros da Subcomissão de Acompanhamento da Rio+20, inspecionar as obras e verificar toda a organização do evento. Esta segunda reunião será feita a convite do prefeito do Rio, Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, além da participação de membros do Itamaraty e das Nações Unidas.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Deu no Gilberto Amaral

Collor e Sarney

O senador Fernando Collor, avança com seu projeto de discutir temas relevantes da vida internacional em sessões especiais na Comissão de Relações Exteriores. Sarney e Collor passaram ontem meia hora juntos, analisando a conjuntura política do país.

Política externa

As atenções sobre Collor já chegaram a São Paulo. Foi convidado para escrever um artigo para o próximo número da prestigiosa revista Política Externa.

Boas relações

A diplomacia quer com elle cultivar boas relações. Collor, que preside a CRE, será homenageado hoje com um almoço no Itamaraty.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

CRE do Senado vai acompanhar preparativos para a Rio+20


Em discurso no plenário do Senado Federal na tarde desta quinta-feira (14/04), o senador Fernando Collor (PTB) destacou a recente visita da presidenta Dilma Rousseff à China, onde foi firmado, no último dia 12, um comunicado conjunto entre o Brasil e a China, especial no que se refere à conferência mundial sobre meio ambiente que será realizada em 2012 no Rio de Janeiro. - O comunicado reafirma o compromisso dos dois países com o êxito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, cuja proposta original apresentei em 2007 ao Presidente Lula e ao Itamaraty, que a lançaram no mesmo ano na Assembleia Geral da ONU – disse Collor. Para o presidente da CRE dois aspectos tornam relevante o anuncio do comunicado. O primeiro, por ser da China o Secretário-Geral da Rio+20, Sha Zukang, responsável pela sua promoção e nomeado pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon. Segundo, pela crescente relevância que a Rio+20 vem assumindo nos foros nacionais e internacionais, à medida que se aproxima sua realização. A prova maior dessa importância, segundo Collor, foi a reunião realizada hoje com os Líderes do BRICS em Sanya, na China, constou da Declaração dos Chefes de Estado do Brasil, Rússia, Índia, China e, agora, África do Sul, onde eles reafirmam seu apoio a realização da conferência no Brasil, bem como dizem que “estão dispostos a trabalhar com o Brasil para chegar a um compromisso político novo e alcançar resultados positivos e práticos nas áreas de crescimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental no quadro do desenvolvimento sustentável.” A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional criou uma Comissão de Acompanhamento da Rio+20, que será presidida pelo senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) e terá em sua composição 5 membros titulares e 5 membros suplentes. Os trabalhos já foram iniciados por meio dos primeiros contatos com representantes do Itamaraty e a coleta de informações a respeito do atual estágio dos preparativos da Rio+20. A aprovação nas Nações Unidas para a realização da Rio+20 se deu em 2009, mediante a Resolução 236 daquele ano. A proposta foi fruto de requerimento apresentado pelo senador Fernando Collor nas Comissões de Relações Exteriores, de Serviços de Infraestrutura, de Assuntos Econômicos e na Comissão Mista de Mudanças Climáticas. Collor revelou ainda que em contato feito ontem com o Prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, agendou-se uma reunião para o dia 3 de maio entre as equipes técnicas da Prefeitura e a Comissão do Senado de Acompanhamento da Rio+20, que contará ainda com a participação dos representantes da ONU, do Itamaraty e do Ministério da Defesa. O objetivo é de alinhavar as principais providências e medidas que estão sendo tomadas em termos de planejamento, organização e logística para os preparativos da Conferência. - Assim, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional passa a inserir de vez o Senado Federal no processo de preparação da Rio+20 – destacou Collor. Foram designados a participar da subcomissão os senadores Cristovam Buarque, Francisco Dornelles, presidente e vice respectivamente, Lindbergh Farias, Luiz Enrique e Aloísio Nunes Ferreira, como titulares. E Gleise Hoffmann, Marcelo Crivela, Inácio Arruda, Randolfe Rodrigues e Blairo Maggi, como suplentes.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Brasil vai ter juros compatíveis com padrão internacional


A presidenta Dilma Rousseff afirmou ontem (12), em entrevista coletiva concedida após jantar oferecido pelo presidente da China, Hu Jintao, em Pequim, que o governo brasileiro está consciente e alerta em relação à questão cambial e que está “tomando as medidas necessárias para que isso não se transforme num problema maior do que já é”. A presidenta admitiu, ainda, que o Brasil opera com taxas de juros mais elevadas que as do resto do mundo, mas que, ao longo de seu governo, irá perseguir uma taxa de juros compatível com as taxas internacionais. “Eu não estou dizendo que vou derrubar os juros depois de amanhã; estou dizendo que num horizonte de quatro anos é possível sim, perfeitamente. Esse é o grande desafio que o Brasil vai ter que enfrentar pelo menos dessa vez”, frisou. A presidenta ressaltou, ainda, que manteve durante o encontro com o presidente Hu Jintao a mesma manifestação na questão de direitos humanos que manteve com os Estados Unidos, na ocasião da visita do presidente Barack Obama ao Brasil, e completou: “Todos os países têm problemas de direitos humanos. Nós sempre começamos a falar dos nossos – nós temos problemas de direitos humanos; todos os países têm. Nossa posição sobre direitos humanos nessa questão está expressa na nossa nota conjunta, assim como a posição em relação ao caso recente da nossa nota conjunta com os Estados Unidos”, disse. Na nota conjunta Brasil e China, mencionada pela presidenta e divulgada hoje mais cedo pelo Ministério das Relações Exteriores, os dois países se comprometeram a fortalecer consultas bilaterais em matéria de direitos humanos, promover o intercâmbio de experiências e boas práticas e avaliar a criação de um mecanismo de cooperação dedicado aos temas sociais.



Segundo o Itamaraty, Brasil e China decidiram intensificar a cooperação na área social, em especial sobre políticas e programas de combate à pobreza e, neste sentido, decidiram criar o grupo de trabalho sobre temas sociais e combate à pobreza. O GT será liderado, do lado brasileiro, pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e outros órgãos competentes, e, do lado chinês, pelo Gabinete de Políticas de Combate à Pobreza do Conselho de Estado.

Exportações

Durante a entrevista, a presidenta Dilma Rousseff elogiou a disposição do presidente chinês em abrir mais espaço para produtos brasileiros manufaturados e disse também que Hu Jintao tem “uma consciência muito clara da questão relativa à necessidade de o Brasil e a China passarem para uma nova etapa de relacionamento”. “O presidente Hu Jintao também se mostrou extremamente consciente da importância que tem, para a nossa parceria, [a inserção de] mecanismos mais amplos. Primeiro a questão do valor agregado, de a China abrir espaço para o Brasil no que se refere à valor agregado. E aí uma das coisas que nós temos que comemorar é o fato de que se definiu a ida ao Brasil de uma missão de compra – aquelas missões que você manda aos países para avaliar quais são as oportunidades de importação em setores manufatureiros – e fazer com que de fato o nosso relacionamento tenha maior densidade econômica”. Segundo a presidenta, a missão, liderada pelo ministro de comércio da China, Chen Deming, chegará ao Brasil em maio de 2011. A presidente Dilma anunciou também um projeto de investimento na área de tecnologia da informação no Brasil pela Foxconn de US$ 12 bilhões em seis anos. O investimento – firmado durante audiência com o presidente da Foxconn, Terry Gou -- seria para a instalação da produção de telas usadas em equipamentos como celulares de terceira geração e iPads. A Foxconn é o maior fornecedor de produtos da Apple na China. Dilma Rousseff destacou ainda temas como a pareceria sino-brasileira na geração de energia limpa, a presença, pela primeira vez, dos integrantes do BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) como membros não-permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas e a expectativa para a reunião do bloco de países, que acontece na amanhã, em Sanya, China.

CRE critica nota da OEA pela suspensão das obras de Belo Monte

"A OEA é extremamente intrometida", declarou Collor ao justificar a apresentação dos requerimentos


A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou, durante reunião ordinária desta quinta-feira (07/04), voto de solidariedade ao Governo Brasileiro por reagir com veemência à nota da Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) pedindo que o Brasil suspenda a construção da usina de Belo Monte. Autor do requerimento, o senador Fernando Collor (PTB), apresentou ainda um segundo propondo voto de censura ao secretário da OEA que assinou a nota, Santiago Canton, por entender como uma intromissão aos interesses nacionais. - A OEA é extremamente intrometida – declarou Collor ao justificar a apresentação dos requerimentos. O senador, que é presidente da CRE, exaltou a postura da presidente Dilma Rousseff em repudiar a nota da Organização e reagir imediatamente à nota. Por isso, apresentou um voto de solidariedade ao governo. A nota da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA solicita às autoridades brasileiras suspensão de qualquer obra de execução na usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A OEA quer que seja realizada uma nova consulta com as comunidades indígenas locais, que devem ter acesso a um estudo do impacto socioambiental da obra, e a adoção de 'medidas vigorosas para impedir a disseminação de doenças' entre os índios.O Governo considerou as solicitações “precipitadas e injustificáveis” e recebeu com perplexidade. Collor lembrou que a legislação brasileira sobre meio ambiente é uma das mais avançadas do mundo e disse que da concepção do projeto até o inicio das obras houve um período de 12 anos de estudos. O presidente da CRE entende a declaração da OEA como uma intromissão em assuntos internos do Brasil e não deve ser aceita pelo governo brasileiro. O senador João Pedro (PT-AM) criticou o fato de a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA não ter ouvido o governo brasileiro antes de emitir a declaração. Em sua opinião, o país adotou todos os procedimentos e possui instituições fiscalizadoras, como o Ministério Público e a sociedade civil, para apontar eventuais irregularidades nas obras de Belo Monte.A senadora Gleisi Houffmann também defendeu a posição do Governo brasileiro e criticou o que chamou de intromissão da OEA em assuntos internos. Já os senadores Cristovam Buarque (PDT), vice-presidente da CRE, e Randolfe Rodrigues (PSOL), embora tenham concordado com o requerimento, ponderaram que os alertas feitos pela OEA não devem ser ignorados pelo Governo Brasileiro, uma vez que a obra de Belo Monte não tem sido bem aceita por parte da sociedade. O nico que se manifestou abertamente contrário ao requerimento foi o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Em sua avaliação, a atuação de órgãos internacionais, como a OEA e a Organização das Nações Unidas (ONU) é importante para impedir abusos aos direitos humanos no mundo. Para ele, o governo brasileiro já tomou posição clara em relação à declaração da OEA e, em sua avaliação, o Legislativo não precisaria protestar.


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Collor manifesta preocupação com falta de qualificação profissional no Brasil

Collor recebe presidente da Comissão de Relações Exteriores da França


O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB) recebeu, na tarde desta quarta-feira (13/4) o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Forças Armadas da França, embaixador Josselin de Rohan, e um grupo de três senadores. Entre os temas abordados durante a conversa, o estreitamento da parceria estratégica entre os dois países, já existente em várias áreas, aprofundando no setor militar. Tradução: compra dos caças Rafale. Rohan garantiu ao senador que a França fará transferência total da tecnologia dos caças ao Brasil, ao contrário dos EUA, que repassam apenas parte da tecnologia. A questão ambiental também entrou na pauta da reunião. Collor lembrou da realização da conferencia mundial sobre meio ambiente que se realizará em junho do próximo ano, a Rio+20 e aproveitou a oportunidade para pedir aos senadores franceses que sensibilizem o Governo a participar de forma efetiva da conferência em 2012. Collor lembrou que até a China já sinalizou pelo engajamento na conferência mundial sobre meio ambiente. Por fim, eles conversaram sobre o sistema financeiro internacional. Os dois países concordam que é preciso que sejam criadas regras para impedir a especulação internacional e o endividamento excessivo dos países. Collor recebeu ainda o embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Eslovaca, Branislav Hitka e o embaixador de Cuba, Carlos Zamora.

sábado, 9 de abril de 2011

Collor manifesta preocupação com falta de qualificação profissional no Brasil

Em pronunciamento no plenário do Senado Federal, o senador Fernando Collor (PTB), destacou a falta de mão de obra especializada para atender as demandas do país. “O cenário agrava-se ainda mais à medida que o país apresenta melhores índices de crescimento, e à proporção que se aproximam as datas de realização de megaeventos, como a RIO + 20, já em 2012, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016”. Collor lembrou que no ano passado a Comissão de Infraestrutura do Senado promoveu 12 reuniões com especialistas de todos os segmentos para aprofundar, discutir e buscar soluções para a questão da formação e capacitação profissional.Os resultados dos trabalhos da CI e a repercussão desse tema na imprensa revelam, segundo Collor, que a Comissão estava no caminho certo ao apontar para a relevância e a gravidade da carência brasileira em recursos humanos. Na avaliação do senador, a gravidade do problema é de tal ordem que, ao lado da precariedade da infraestrutura de base do país, a falta de mão de obra qualificada tem sido apontada como o principal entrave para ampliar seus índices de desenvolvimento. "A questão não se restringe à formação profissional técnica. A complexidade do tema está exatamente na constatação de que a solução passa por todos os níveis da educação, começando pelo ensino básico, passando pelo nível médio e profissionalizante e atingindo não só a formação superior, mas também a pós-graduação em todos os seus patamares. Trata-se de uma demanda que requer, tanto por parte do governo quanto da iniciativa privada, providências urgentes, soluções definitivas e um intenso mutirão de iniciativas de curto, médio e longo prazos", alertou o senador. Collor destacou a divulgação pelo Fórum Econômico Mundial de um ranking de 139 países onde o Brasil ocupa as posições de nº 58 em “competitividade”; 84 no item “qualidade da infraestrutura geral”; 85 no “custo e produtividade da força de trabalho”; 127 na “qualidade da educação básica”; 135 no “tempo necessário para iniciar um negócio”; e 139, ou seja, a última posição em “extensão e efeitos da tributação”. "São por essas razões, que o programa de governo da Presidenta Dilma Rousseff incluiu entre suas prioridades o acesso a uma escola de qualidade, de forma a combinar ensino e capacitação para o trabalho. Com isso, esperamos que, mais do que deflagrar, o governo assuma o protagonismo do processo de interação entre o setor público, a iniciativa privada e o mundo acadêmico para que, o quanto antes, aquelas metas sejam atingidas", disse Collor. Considerando o excelente resultado alcançado com a experiência do ciclo de audiências promovido CI, Collor decidiu, adotar o mesmo procedimento de fixar uma Agenda de debates, perante a Comissão de Relações Exteriores, intitulada Rumos da Política Externa Brasileira, com o objetivo de aprofundar o exame de grandes temas no âmbito da política externa do Brasil e da defesa nacional.O ciclo de audiências será realizado ao longo do biênio 2011-2012, quando serão tratados temas das relações internacionais e das políticas de defesa nacional, com foco inicial para a crise no mundo árabe e todos os seus possíveis desdobramentos e reflexos nos segmentos da geopolítica e das relações multilaterais, da paz e segurança no mundo, da economia e finanças, e do comércio exterior. Os debates terão início no próximo dia 11 de abril, sempre às segundas-feiras, às 18h00 e se estenderá até o dia 23 de abril de 2012. Ao todo, serão 5 ciclos temáticos, divididos em 25 painéis de discussões de alto nível em busca de soluções para os principais problemas do Brasil e do mundo no campo da política externa e da defesa nacional.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Collor lamenta morte de José Alencar e diz que Brasil perdeu um dos políticos mais lúcidos

O senador Fernando Collor (PTB) lamentou o falecimento do ex-vice-presidente, José Alencar, ocorrido na tarde desta terça-feira (29/3). “O Brasil perde um dos homens públicos mais lúcidos da nossa política. Um homem contemporâneo do seu tempo”. Para Collor, a decisão de Alencar em apoiar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi muito importante para o país. “A ele o Brasil muito deve, pela sua antevisão de que poderíamos construir um futuro melhor apoiando o presidente Lula”, afirmou. Collor sempre manteve uma relação de admiração e cordialidade com José Alencar.

domingo, 27 de março de 2011

Motta e Dilma

Quem diria, o tucano Nelson Motta agora elogia Dilma(25/03). Mudou da água para o vinho. Moço esperto. Antes, para Nelsinho, Dilma era apenas "um poste" inventado por Lula que jamais venceria Serra. Agora, Motta não economiza elogios para a presidente. "É uma mulher forte e intensa". Assim caminha a humanidade.

Collor comemora 20 anos do Mercosul e diz que momento é de avaliar trajetória da América do Sul

Responsável pela concretização do MERCOSUL, o atual senador Fernando Collor (PTB), destacou, durante sessão especial em homenagem aos 20 anos da assinatura do tratado que criou o Mercado Comum do Sul, que transcorrerá no próximo dia 26, a importância da parceria do Brasil com os vizinhos da América do Sul. Na avaliação do ex-presidente, “é momento adequado para avaliarmos uma instituição que tem tido marcante influência na trajetória do nosso país e da América do Sul”. Para o senador Fernando Collor, é preciso levar em conta as mudanças ocorridas no cenário mundial nos últimos 20 anos, com a crescente hegemonia norte-americana, a consolidação da União Européia, a ascensão econômica da China e a aceleração da globalização. O senador afirmou em seu discurso que com o esfacelamento dos blocos e com o crescimento das forças globalizantes houve um abrandamento das fronteiras estatais. “As economias viram aumentar sua inter-relação e interdependência. Para competir em um mundo crescentemente globalizado, os países procuravam, de um lado, modernizar suas economias e, de outro, maximizar seus mercados por meio de iniciativas econômicas integradoras.” Na visão do senador, hoje presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, A idéia do Mercosul não se limita à racionalidade econômica. Ele entende que a proposta é de entendimento e solidariedade entre os povos. “Não se trata apenas de negociar tarifas, mas, em visão maior, de se integrar para se desenvolver, para enfrentar vicissitudes do cenário internacional com mais força e capacidade de atuação”. Collor destacou ainda outro legado importante do Mercosul para a região, que foi a criação de uma zona de paz que dificilmente será eliminada em virtude do entrelaçamento crescente nos diversos segmentos sociais dos países participantes. Ele destacou Acordo para o Uso Exclusivamente Pacífico da Energia Nuclear de 1991, que criou a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC). Fernando Collor argumentou que a diferença entre os níveis de desenvolvimento dos membros do Mercosul deve, do ponto de vista brasileiro, ser objeto de políticas de estado de longo alcance. Porém, o senador negou que o Brasil deva fazer concessões ou aceitar proposições com o cunho de ameaças. Quando presidente da República, Fernando Collor foi signatário do Tratado de Assunção, em 1991, ato de criação do Mercosul. Ele lembrou que, naquela época, foi preciso adotar várias medidas para diminuir a rivalidade e construir uma relação de confiança entre o Brasil e a Argentina. Uma dessas ações foi firmar o Acordo para o Uso Exclusivamente Pacífico da Energia Nuclear, que criou a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares.

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Collor pede maior coordenação macroeconômica do Mercosul

sábado, 26 de março de 2011

Herpes mental

Longe de mim querer ser dono da verdade. Muito menos pretender ser paladino de alguma coisa. Mas lamento e repudio, energicamente, sandices enfurecidas e monuntalmente equivocadas e injustas, chulas e grosseiras, de um velhaco do Rio Grande do Sul, contra Collor e Lula. O infeliz deve ter herpes mental. Até os mais ferrenhos adversários de Collor admitem que o ex-presidente mudou o Brasil. Deixou leis que continuam beneficiando o cidadão. As diretrizes econômicas traçadas por seu governo foram seguidas por todos os presidentes que o sucederam. Collor foi arrancado do cargo por um impeachment imoral e ilegal, que violentou a Constituição. A seguir foi inocentado e absolvido pelo STF de todas as torpes acusações de seus detratores. Collor olha para a frente e para o futuro. Não carrega ódio no coração. Pessoas de bem e isentas não devem permitir que canalhas e farsantes fraudem a legitima e verdadeira História Republicana, mentindo e caluniando como bem entendem. O calhorda gaúcho é filho raivoso da má-fé e do rancor. Anda de quatro. Lula, por sua vez, também insultado pelo verme gaucho, cavou seu belo destino pessoal e político com competência. Deixou o governo com 85% de apoio popular. Como ex-Chefe de Estado também é respeitado no exterior.

domingo, 20 de março de 2011

O que acontece por aí...

Grandeza e espírito público

Collor é pautado pelo espírito público. Não é mesquinho. Não guarda ódio nem rancor no coração. Isso fica para decaídos. Collor serve ao Brasil. Ontem, hoje e sempre. Não abre mão de seus deveres de cidadão e parlamentar. Estará sempre ao dispor da presidenta Dilma quando se tratar do interesse coletivo. Não importando quem ela convoque ou quem precisa sentar ao lado dele. Em todas suas ações Collor visa o bem comum.

Paes é melhor como fotógrafo

Eduardo Paes, como prefeito carioca, é, realmente, um bom fotógrafo. Estava no lugar certo na hora certa. Claro, previu tudo. Show de bola.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Sarney fala sobre sua biografia escrita por Regina Echeverria

O presidente do Senado, José Sarney, comentou nesta sexta-feira (18) o lançamento de sua biografia que acontece na próxima terça-feira (22) no Centro de Cultura Banco do Brasil, em Brasília. Com 600 páginas, a obra publicada pela Editora Leya, foi escrita pela jornalista Regina Echeverria e levou cinco anos para ser concluída. Sarney destacou que Regina teve total liberdade na pesquisa e execução da biografia, "Ela conversou com todos, amigos e inimigos, teve acesso a todos os meus arquivos", disse o senador. No total, Regina Echeverria fez 186 entrevistas em todo o Brasil e gravou inúmeras horas de depoimento com o presidente do Senado. Sarney atribuiu o sucesso do livro, que já vendeu 15 mil cópias, a qualidade do trabalho e à competência da escritora, especialista em biografias, autora de "Só as mães são felizes" que conta a história de Cazuza e "Furacão Elis" sobre a vida de Elis Regina, entre outras obras.

IMPEACHMENT - Ascensão e queda de um presidente

A Editora Cia. dos Livros, o autor Arnaldo Santos e a Casa do Ceará convidam para o lançamento do livro IMPEACHMENT - Ascensão e queda de um presidente

Quando: 30 de março 2011 (quarta-feira) as 19h30
Onde: Casa do Ceará de Brasília –
Endereço: SGAN Quadra 910 Conjunto F - Asa Norte – Brasília - DF
Informações: 61 3533-3800
Informações pelo site: http://www.aquivoceenoticia.com/


O livro Impeachment – Ascensão e queda de um presidente, editado pela Cia dos Livros, do jornalista e sociólogo, doutor em ciência políticas Arnaldo Santos, é um texto envolvente e altamente esclarecedor porque propicia ao leitor uma volta ao tempo e a cena política dos anos noventa. O autor apresenta as bases da compreensão política, a campanha eleitoral, o governo e o processo do impeachment. O Brasil foi sacudido pela sua destituição, mas tudo foi feito com as instituições democráticas funcionando plenamente, sem sobressaltos - algo até então inédito na América do Sul. Foi a primeira manifestação democrática participativa do País.

Arnaldo Santos*

Trazendo fatos reais, entrevistas, reportagens e uma rica e profunda análise do que foi esse importante momento político na história do Brasil. Indicado para estudantes e profissionais das áreas de comunicação bem como para todas as pessoas que têm interesse em entender um pouco melhor a história política do Brasil. Foram diversos personagens entrevistados por Arnaldo, durante sua pesquisa, que participaram diretamente de eventos que culminaram no impeachment, entre eles o próprio Collor. "Entrevistei desde o então Presidente da Câmara dos Deputados, Ibsen Pinheiro, até o próprio Collor, por duas vezes. No total, a tese contou com o depoimento de 14 pessoas - entre elas o Senador Amir Lando, relator da CPMI que investigou os escândalos de corrupção relacionados a Paulo César Farias, e o então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, que chegou a fornecer documentos confidenciais a Santos.”, revela o autor.

Ficha técnica: Livro: Impeachment – Ascensão e queda de um presidente; Editora: Editora Cia. dos Livros; Autor: Arnaldo Santos;Nº de páginas: 380; Preço: R$ 45,30


Quem já leu

... Este trabalho do jornalista e sociólogo Arnaldo Santos é parte de sua tese de doutorado pela Universidade Nova de Lisboa. Ele trata, com rigor científico e senso de oportunidade jornalístico, de um dos mais importantes episódios da história recente do Brasil. O impeachment do presidente Fernando Collor de Mello que foi um teste decisivo para a jovem democracia brasileira se consolidar, como também foram a eleição e posse na Presidência do candidato, de um partido de oposição ao que estava no poder em 2002, ainda mais porque esse partido e seu candidato haviam sido considerados durante algum tempo por muitas pessoas como seguidores da “esquerda” no espectro político. O país se saiu muito bem nos dois casos, que ajudaram a con­solidar as instituições políticas nacionais. O tempo transcorrido desde os acontecimentos de 1992 até a edição deste volume é suficiente, na vida individual do brasileiro, para a pessoa obter a maioridade. Parece ter sido também o bastante para a democracia no país demonstrar também ter atingido maioridade, processando a sexta eleição direta para presidente seguida, em paz, liberdade e absoluto respeito aos direitos civis e políticos de todos. Um feito inédito em nossa história e cuja relevância talvez os mais jovens não estejam apreciando devidamente, talvez o considerando apenas como “um fato da vida”... (Carlos Eduardo Lins da Silva).


... O longo, minucioso e cuidadoso trabalho de pesquisa com o qual o jornalista Arnaldo Santos obteve seu doutorado pela Universida­de Nova de Lisboa não apenas ilumina – ou seja, torna mais clara uma quadra grave da história recente do Brasil – mas representa, ao mesmo tempo, uma valiosa contribuição à memória nacional. O autor é um profissional dedicado ao seu mister. É daqueles que en­frentam e vencem, como um maratonista, todos os desafios para alcançar o seu objetivo. Ele o alcançou com este trabalho sobre “O processo de impeachment do presidente Fernando Collor de Melo e sua repercussão na imprensa de Lisboa e o sentido do impeachment para a democracia”. Um trabalho acadêmico muito bem orientado e muito bem executado... (Ciro Gomes)

* Breve Entrevista com jornalista e sociólogo, doutor em ciência políticas, Arnaldo Santos

Editora Cia. dos Livros – O que mais lhe surpreendeu, em sua vasta pesquisa sobre o impeachment do presidente Fernando Collor de Mello?

Arnaldo Santos – Objetivamente a maior surpresa ficou por conta da postura de quase todos os que foram ouvidos durante a pesquisa, notadamente daqueles que de uma forma ou de outra durante todo o processo de investigação do ex-presidente, estiveram a frente do movimento fora Collor e quando os entrevistei de uma forma ou de outra quase todos apresentaram uma explicação que ao contrário de acusarem o ex-presidente, como o fizeram durante o processo do impeachment, na verdade quase absolveram. Essa afirmação pode ser comprovada nas transcrições que faço ao longo do livro.

Editora Cia. dos Livros – Como foi defender esta tese fora de seu País?

Arnaldo Santos – Desafiador. Afinal por que uma Universidade Européia (Universidade Nova de Lisbôa) se interessaria por um estudo desses? Duas razões se evidenciam: a primeira é o ineditísmo do estudo. Essa é primeira pesquisa que investiga o fenômeno do impeachmen sob a ótica da política. Que paixões, quais as motivações especialmente do Congresso, do empresariado, da imprensa e da sociedade em geral, estiveram por traz do movimento que destituiu o primeiro Presidente eleito pelo voto direto após o regime militar? O segundo foi a repercussão que o processo do impeachment teve em toda a imprensa européia especialmente na mídia lusitana. Defender uma tese de doutorado sobre o fato mais importante da história política brasileira e ainda relativamente recente, olhando de fora do Brasil, foi extremamente desafiador.

Editora Cia. dos Livros – Como Sr. avalia a volta de Collor ao poder.

Arnaldo Santos – Extremamente importante para a democracia brasileira. Sua volta ao contrário do que muitos podem avaliar, representa o grau de maturidade política do povo brasileiro e sua postura no Senado, tem evidenciado o seu amadurecimento como homem público, pois ao contrário de um homem ressentido como se podia esperar, o que se está vendo por parte do senador Fernando Collor, é uma postura equilibrada colaborativa para com os problemas do país, e para com seus pares no cotidiano do Senado, bem diferente de quando esteve a frente da Presidência da República.

Editora Cia. dos Livros – Qual o principal legado deixado por aqueles que empenharam a ‘bandeira’ do impeachment, para os jovens de hoje?

Arnaldo Santos – De que independentemente das motivações políticas quando os homens públicos resolvem promover mudanças, ainda que ponham em risco a estabilidade Democrática, eles buscam apoio nas instituições representativas da sociedade civil, constroem e amplificam suas motivações ainda que essas não representem necessariamente as verdadeiras motivações da sociedade brasileira.

Editora Cia. dos Livros – Os jovens de hoje têm consciência sobre importância deste episódio, que podemos afirmar, ter sido um dos mais importantes na política brasileira?

Arnaldo Santos – A julgar pela forma como os jovens se comportam diante dos processos políticos do país, eu afirmo que não. A participação dos jovens na política ainda é muito pequena. Tambem é preciso afirmar que a culpa não é deles, pois o legado é ruim. Temos uma prática política mal sã, onde a elite política cumpre uma agenda que não guarda nenhuma relação com a agenda da sociedade em geral, especialmente com o que representa os interesses da juventude; mas essa realidade não será mudada sem a participação dos jovens, isso eu posso afirmar.


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quinta-feira, 17 de março de 2011

Análise isenta

Parabens ao Antônio Brasil, no "Bronca" do Cláudio Humberto, pela análise isenta, competente, verdadeira, justa e corajosa. Collor realmente tirou o Brasil das amarras do atraso. Foi arrancado do cargo porque não se sujeitou aos caprichos dos oportunistas e cretinos. Não dobrou a espinha para maus empresários, maus advogados e maus jornalistas. Todos canalhas travestidos de isentos e democratas. Já disse e repito, com prazer, alguns dessa corja de vermes continuam no palco de suas vidinhas inúteis, mentindo e iludindo as pessoas. Passam por Collor e abaixam a cabeça. de vergonha, porque não foram homens. Apenas ratos. Outros já foram diretos para o inferno.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Vicente Limongi Netto

Padreco Insolente, leviano e torpe

O padreco Lauro Palú, reitoreco do colégio carioca São Vicente, foi leviano, insolente, torpe, inconsequente e moleque, insultando o ex-aluno da instituição, o ex-presidente e senador Fernando Collor, em reunião com pais de alunos. O venal Palú também foi desrespeitoso com os pais de Fernando Collor, que já não estão entre nós. Francamente.

Padreco Insolente, leviano e torpe

O padreco Lauro Palú, reitoreco do colégio carioca São Vicente, foi leviano, insolente, torpe, inconsequente e moleque, insultando o ex-aluno da instituição, o ex-presidente e senador Fernando Collor, em reunião com pais de alunos. O venal Palú também foi desrespeitoso com os pais de Fernando Collor, que já não estão entre nós. Francamente.

“Lei protege bandido rico”

A justiça brasileira é piada de mau gosto. Se desmoraliza sozinha. O assassino Pimenta Neves foi condenado mas continua solto. Se faz de deprimido e tem advogado poderoso. Agora, outro ordinário, o médico (?) Abdelmassih, também fora das grades, está rindo de todos nós. O que adianta condenar um crápula a 278 anos de cadeia se ele não passará nem 10 anos realmente preso? É preciso urgente se modificar o código penal. Serve apenas para proteger bandidos e assassinos ricos. Seguramente a presidente Dilma também tem vergonha de algumas leis brasileiras.

Dilma destaca as mulheres

Creio que Dilma fez muito bem indo aos programas da Ana Maria Braga e Hebe Camargo. Vamos acabar com preconceitos tolos, infames e burros. Dilma assim agindo e vai agir sempre, valoriza o trabalho da mulher. Aposto que as mulheres , mesmo as que não votaram nela,estão se sentindo bem representadas com Dilma na presidência. Dilma não faz pose. Não é mulher de lero-lero. Nada de surprendente ir a programas comandados por mulheres. Ora bolas, Dilma é mulher como as outras. Tem manias, defeitos, virtudes e vaidades. Nada que Dilma faça no cargo desapontará nem servirá para humilhar as mulheres. Vai homenagear as mulheres quando for preciso. Irá ao encontro deles onde precisar. Caso num belo dia de sol Dilma resolva torcer ir torcer no Maracanã ou no Morumbi, ótimo. Será bem recebida. Dilma não faz gênero. Por isso está agradando. Avante, Dilma.