sexta-feira, 27 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Reforma política cumpre calendário e chegará ao plenário do Senado no começo de julho

O presidente da Comissão de Reforma Política, Francisco Dornelles (PP/RJ), entregou nesta manhã ao presidente do Senado, José Sarney, o conjunto de onze propostas de projetos de leis e de emendas constitucionais sobre a reforma política. Sarney assegurou que, ainda nesta tarde, promoverá a leitura dos textos no plenário e que, amanhã, deverá seguir para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).O senador Eunício Oliveira (PMDB/ CE), presidente da CCJ, prevê que, no próximo dia 25, os projetos estarão em pauta. "Nosso objetivo é o de cumprir um cronograma que se encerrará no dia 6 de julho", afiançou, prevendo que, a partir de então, os projetos de lei e PECs serão encaminhados para votação em plenário.
Sarney elogiou a "eficiência e dedicação de Dornelles, que resultaram no cumprimento dos prazos acordados". Ressaltou que, "em assunto tão complexo, foram abandonadas as questões teóricas e difusas para se discutir o essencial". Disse ainda que o trabalho de Dornelles foi "excepcional", aliando vontade política ao interesse nacional. "A conjugação desses fatores possibilitou a realização desse louvável trabalho."
A maioria dos senadores membros da comissão de Reforma Política prestigiou o evento. Luis Henrique (PMDB/SC) destacou o papel do presidente Sarney, relembrando que a criação da comissão de Reforma Política foi acompanhada de outra proposta de grande relevância: a Emenda à Constituição para alterar o rito de tramitação das Medidas Provisórias. Depois registrou que Sarney teve presença assegurada na história do país quando convocou a Constituinte em 1988. O que ressaltou "como ato de coragem fundamental para a consolidação da democracia no Brasil".
A senadora Vanessa Grazziotin (PC do B/AM) elogiou a condução dos trabalhos pelo senador Dornelles e fez "agradecimento especial" ao senador Sarney pela indicação de quatro mulheres senadoras para compor a comissão - Ana Rita (PT/ES), Ana Amélia (PP/RS), Lúcia Vânia (PSDB/GO) e ela própria. "Devemos isso ao presidente Sarney", marcou.
O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) classificou como "feito histórico" o relatório apresentado hoje" , além de também elogiar o presidente Sarney, pela iniciativa e Dornelles pela condução dos trabalhos. Collor (AL/PTB) disse que sua descrença no início dos trabalhos da Comissão de Reforma Política foi substituída pela empolgação com a eficiência no cumprimento dos prazos do trabalho. "Quando presidente da República tentei promover uma reforma, mas não foi a frente", recordou para ressaltar a "inequívoca liderança" de Sarney e a atuação de Dornelles como "chaves do sucesso" no resultado dos trabalhos da comissão.
Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Collor participa de almoço no Itamaraty com a presidenta Dilma Rousseff
O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB), participou de almoço no Itamaraty, a convite da presidenta Dilma Rousseff, em homenagem ao primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, que chegou hoje à Brasília. Collor aproveitou a oportunidade para agradecer à presidenta Dilma pelo empenho do Governo Federal na ajuda às vítimas das fortes chuvas que ocorreram no inicio deste mês no estado de Alagoas, quando nove municípios foram reconhecidos em estado de calamidade e mais de seis mil pessoas ficaram desabrigadas. O senador lamentou que pelo segundo ano consecutivo Alagoas tenha sido atingida por mais um desastre natural, deixando milhares de famílias desabrigadas. Nas primeiras semanas após as chuvas, a presidenta anunciou a liberação de recursos na ordem de R$ 1 milhão em caráter emergencial para atender aos desabrigados. Collor lembrou que é importante a realização de obras estruturantes para impedir que novas catástrofes aconteçam. O almoço foi realizado no Palácio do Itamaraty e foram discutidos entre os dois países temas como a necessidade do fortalecimento de organismos multilaterais como o Conselho de Segurança da ONU, o Banco Mundial, Rio+20, combate à pobreza.
sábado, 7 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
Collor acompanha preparativos para RIO+20
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Collor manifesta solidariedade às vítimas das enchentes em Alagoas
- Aqui em Brasília já começamos a o trabalho junto a diversos ministérios solicitando não apenas para os recursos emergenciais para atender às primeiras vítimas dessas enchentes, mas também os recursos para as obras permanentes como a recuperação daquilo que foi destruído, para a recuperação das rodovias, sobretudo, a recuperação das casas que foram destruídas pelas enchentes – afirmou o senador.
- Estamos aqui apostos, atentos e trabalhando para tentar diminuir um pouco o sofrimento dos alagoanos que foram vitimas das enchentes – afirmou.
No ano passado o estado de Alagoas enfrentou problema semelhantes com as chuvas que atingiram 15 municípios, deixando mais de 53 mil desabrigados e 27 mortos. O senador Fernando Collor esteve pessoalmente com o então presidente Lula para pedir recursos para o Estado e garantir a realização de obras estruturantes que pudessem minimizar os efeitos das chuvas. Este ano os municípios atingidos pelas enchentes são diferentes dos do ano passado. Collor lamentou que Alagoas tenha sido novamente afetada por fortes chuvas e garantiu que desde o inicio vem trabalhando fortemente junto ao Governo Federal para garantir o apoio aos desabrigados.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Collor apela para responsabilidade do Brasil com os parceiros do MERCOSUL
Durante a discussão para a votação do Projeto de Decreto Legislativo 115/2011, que altera o acordo entre os governos do Brasil e Paraguai, o presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTB) fez uma intervenção, como ex-presidente da República signatário da criação do MERCOSUL, apelando aos senadores para a responsabilidade do Brasil perante os seus parceiros comerciais. Inicialmente o senador Collor pediu que fosse retirado todo e qualquer sentido de caráter ideológico da discussão sobre o Tratado de Itaipu. "Temos também que retirar o interesse de Governo, neste caso o interesse é do Estado brasileiro. O Brasil, como sócio, maior participante do bloco do MERCOSUL, tem sim responsabilidade perante os seus parceiros, tanto pela sua dimensão territorial quanto pelo tamanho da sua economia", disse. Collor lembrou que o MERCOSUL foi uma construção que perpassou por vários presidentes, desde José Sarney, com a assinatura da declaração de Iguaçu, passando por ele, quando o tratado da criação do MERCOSUL foi assinado há 20 anos, seguindo por Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. "Diversos matizes ideológicos diferenciavam os presidentes que ajudaram a construir o processo de integração do Cone-Sul", afirmou. O presidente da CRE lembrou ainda que se o MERCOSUL não avançou nos últimos anos como se imaginava e gostaria é por causa das diferenças. Collor alertou que a tendência mundial é a construção de blocos econômicos fortes, uma vez que a grande guerra a ser enfrentada pelos países no próximo século será a econômica. “Se não constituirmos os nossos blocos de forma hígida, pujante, não conseguiremos sobreviver. Isso só poderá ser feito se corrigirmos as assimetrias que existem hoje entre os países do bloco. E essas assimetrias só poderão ser corrigidas na medida em que o Estado Brasileiro assumir a responsabilidade e a obrigação de quem detém a maior economia dentre os que compõem o bloco do MERCOSUL”, argumentou Collor. Para o senador, ao votar o projeto de correção dos valores pagos pelo Brasil pela energia do Paraguai no Tratado de Itaipu, o Congresso demonstra a responsabilidade e preocupação com os seus parceiros econômicos.
Collor participa de mesa-redonda sobre desenvolvimento sustentável no Rio
O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB), participa, na manhã desta sexta-feira (29/4), no Rio de Janeiro, de uma reunião promovida pelo Itamaraty, intitulada “Mesa-Redonda de Alto Nível da Rio+20: Os Novos Desafios do Desenvolvimento Sustentável”. De acordo com o Itamaraty, a Mesa-Redonda será a primeira de uma série de outras discussões com representantes dos mais diversos setores da sociedade com vistas à construção do pensamento brasileiro sobre a questão ambiental. Entre os meses de maio e junho do próximo ano o Brasil sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, chamada Rio+20, que discutirá o futuro do planeta e deverá estabelecer um novo protocolo ambiental, visto que o de Kyoto perderá a validade a partir de 2012. A participação do senador Fernando Collor na Mesa-Redonda do Itamaraty deve-se não apenas pela presidência da CRE, mas pelo fato de o senador ter sido o idealizador da proposta da Conferência junto ao Legislativo e que foi recepcionada pelo então presidente Lula, que levou o tema às Nações Unidas em 2007, recebendo total apoio dos demais países integrantes da ONU. A Mesa-Redonda contará ainda com a participação do ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, além do Diretor-Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner. Na próxima segunda-feira (2/5) o senador Fernando Collor voltará ao Rio de Janeiro, desta vez para, junto com os demais membros da Subcomissão de Acompanhamento da Rio+20, inspecionar as obras e verificar toda a organização do evento. Esta segunda reunião será feita a convite do prefeito do Rio, Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, além da participação de membros do Itamaraty e das Nações Unidas.quarta-feira, 27 de abril de 2011
Deu no Gilberto Amaral
Collor e SarneyO senador Fernando Collor, avança com seu projeto de discutir temas relevantes da vida internacional em sessões especiais na Comissão de Relações Exteriores. Sarney e Collor passaram ontem meia hora juntos, analisando a conjuntura política do país.
Política externa
As atenções sobre Collor já chegaram a São Paulo. Foi convidado para escrever um artigo para o próximo número da prestigiosa revista Política Externa.
Boas relações
A diplomacia quer com elle cultivar boas relações. Collor, que preside a CRE, será homenageado hoje com um almoço no Itamaraty.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
CRE do Senado vai acompanhar preparativos para a Rio+20
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Brasil vai ter juros compatíveis com padrão internacional

CRE critica nota da OEA pela suspensão das obras de Belo Monte
"A OEA é extremamente intrometida", declarou Collor ao justificar a apresentação dos requerimentos
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou, durante reunião ordinária desta quinta-feira (07/04), voto de solidariedade ao Governo Brasileiro por reagir com veemência à nota da Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) pedindo que o Brasil suspenda a construção da usina de Belo Monte. Autor do requerimento, o senador Fernando Collor (PTB), apresentou ainda um segundo propondo voto de censura ao secretário da OEA que assinou a nota, Santiago Canton, por entender como uma intromissão aos interesses nacionais. - A OEA é extremamente intrometida – declarou Collor ao justificar a apresentação dos requerimentos. O senador, que é presidente da CRE, exaltou a postura da presidente Dilma Rousseff em repudiar a nota da Organização e reagir imediatamente à nota. Por isso, apresentou um voto de solidariedade ao governo. A nota da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA solicita às autoridades brasileiras suspensão de qualquer obra de execução na usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A OEA quer que seja realizada uma nova consulta com as comunidades indígenas locais, que devem ter acesso a um estudo do impacto socioambiental da obra, e a adoção de 'medidas vigorosas para impedir a disseminação de doenças' entre os índios.O Governo considerou as solicitações “precipitadas e injustificáveis” e recebeu com perplexidade. Collor lembrou que a legislação brasileira sobre meio ambiente é uma das mais avançadas do mundo e disse que da concepção do projeto até o inicio das obras houve um período de 12 anos de estudos. O presidente da CRE entende a declaração da OEA como uma intromissão em assuntos internos do Brasil e não deve ser aceita pelo governo brasileiro. O senador João Pedro (PT-AM) criticou o fato de a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA não ter ouvido o governo brasileiro antes de emitir a declaração. Em sua opinião, o país adotou todos os procedimentos e possui instituições fiscalizadoras, como o Ministério Público e a sociedade civil, para apontar eventuais irregularidades nas obras de Belo Monte.A senadora Gleisi Houffmann também defendeu a posição do Governo brasileiro e criticou o que chamou de intromissão da OEA em assuntos internos. Já os senadores Cristovam Buarque (PDT), vice-presidente da CRE, e Randolfe Rodrigues (PSOL), embora tenham concordado com o requerimento, ponderaram que os alertas feitos pela OEA não devem ser ignorados pelo Governo Brasileiro, uma vez que a obra de Belo Monte não tem sido bem aceita por parte da sociedade. O nico que se manifestou abertamente contrário ao requerimento foi o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Em sua avaliação, a atuação de órgãos internacionais, como a OEA e a Organização das Nações Unidas (ONU) é importante para impedir abusos aos direitos humanos no mundo. Para ele, o governo brasileiro já tomou posição clara em relação à declaração da OEA e, em sua avaliação, o Legislativo não precisaria protestar.
Veja também:
Senador Fernando Collor é agraciado com comenda em Piranhas. Ouça!
Senador Fernando Collor lamenta morte de José Alencar
Collor manifesta preocupação com falta de qualificação profissional no Brasil
Collor recebe presidente da Comissão de Relações Exteriores da França
O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB) recebeu, na tarde desta quarta-feira (13/4) o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Forças Armadas da França, embaixador Josselin de Rohan, e um grupo de três senadores. Entre os temas abordados durante a conversa, o estreitamento da parceria estratégica entre os dois países, já existente em várias áreas, aprofundando no setor militar. Tradução: compra dos caças Rafale. Rohan garantiu ao senador que a França fará transferência total da tecnologia dos caças ao Brasil, ao contrário dos EUA, que repassam apenas parte da tecnologia. A questão ambiental também entrou na pauta da reunião. Collor lembrou da realização da conferencia mundial sobre meio ambiente que se realizará em junho do próximo ano, a Rio+20 e aproveitou a oportunidade para pedir aos senadores franceses que sensibilizem o Governo a participar de forma efetiva da conferência em 2012. Collor lembrou que até a China já sinalizou pelo engajamento na conferência mundial sobre meio ambiente. Por fim, eles conversaram sobre o sistema financeiro internacional. Os dois países concordam que é preciso que sejam criadas regras para impedir a especulação internacional e o endividamento excessivo dos países. Collor recebeu ainda o embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Eslovaca, Branislav Hitka e o embaixador de Cuba, Carlos Zamora.
sábado, 9 de abril de 2011
Collor manifesta preocupação com falta de qualificação profissional no Brasil
quarta-feira, 30 de março de 2011
Collor lamenta morte de José Alencar e diz que Brasil perdeu um dos políticos mais lúcidos
O senador Fernando Collor (PTB) lamentou o falecimento do ex-vice-presidente, José Alencar, ocorrido na tarde desta terça-feira (29/3). “O Brasil perde um dos homens públicos mais lúcidos da nossa política. Um homem contemporâneo do seu tempo”. Para Collor, a decisão de Alencar em apoiar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi muito importante para o país. “A ele o Brasil muito deve, pela sua antevisão de que poderíamos construir um futuro melhor apoiando o presidente Lula”, afirmou. Collor sempre manteve uma relação de admiração e cordialidade com José Alencar.domingo, 27 de março de 2011
Motta e Dilma
Quem diria, o tucano Nelson Motta agora elogia Dilma(25/03). Mudou da água para o vinho. Moço esperto. Antes, para Nelsinho, Dilma era apenas "um poste" inventado por Lula que jamais venceria Serra. Agora, Motta não economiza elogios para a presidente. "É uma mulher forte e intensa". Assim caminha a humanidade.
Collor comemora 20 anos do Mercosul e diz que momento é de avaliar trajetória da América do Sul
Responsável pela concretização do MERCOSUL, o atual senador Fernando Collor (PTB), destacou, durante sessão especial em homenagem aos 20 anos da assinatura do tratado que criou o Mercado Comum do Sul, que transcorrerá no próximo dia 26, a importância da parceria do Brasil com os vizinhos da América do Sul. Na avaliação do ex-presidente, “é momento adequado para avaliarmos uma instituição que tem tido marcante influência na trajetória do nosso país e da América do Sul”. Para o senador Fernando Collor, é preciso levar em conta as mudanças ocorridas no cenário mundial nos últimos 20 anos, com a crescente hegemonia norte-americana, a consolidação da União Européia, a ascensão econômica da China e a aceleração da globalização. O senador afirmou em seu discurso que com o esfacelamento dos blocos e com o crescimento das forças globalizantes houve um abrandamento das fronteiras estatais. “As economias viram aumentar sua inter-relação e interdependência. Para competir em um mundo crescentemente globalizado, os países procuravam, de um lado, modernizar suas economias e, de outro, maximizar seus mercados por meio de iniciativas econômicas integradoras.” Na visão do senador, hoje presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, A idéia do Mercosul não se limita à racionalidade econômica. Ele entende que a proposta é de entendimento e solidariedade entre os povos. “Não se trata apenas de negociar tarifas, mas, em visão maior, de se integrar para se desenvolver, para enfrentar vicissitudes do cenário internacional com mais força e capacidade de atuação”. Collor destacou ainda outro legado importante do Mercosul para a região, que foi a criação de uma zona de paz que dificilmente será eliminada em virtude do entrelaçamento crescente nos diversos segmentos sociais dos países participantes. Ele destacou Acordo para o Uso Exclusivamente Pacífico da Energia Nuclear de 1991, que criou a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC). Fernando Collor argumentou que a diferença entre os níveis de desenvolvimento dos membros do Mercosul deve, do ponto de vista brasileiro, ser objeto de políticas de estado de longo alcance. Porém, o senador negou que o Brasil deva fazer concessões ou aceitar proposições com o cunho de ameaças. Quando presidente da República, Fernando Collor foi signatário do Tratado de Assunção, em 1991, ato de criação do Mercosul. Ele lembrou que, naquela época, foi preciso adotar várias medidas para diminuir a rivalidade e construir uma relação de confiança entre o Brasil e a Argentina. Uma dessas ações foi firmar o Acordo para o Uso Exclusivamente Pacífico da Energia Nuclear, que criou a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares. Veja também:
sábado, 26 de março de 2011
Herpes mental
Longe de mim querer ser dono da verdade. Muito menos pretender ser paladino de alguma coisa. Mas lamento e repudio, energicamente, sandices enfurecidas e monuntalmente equivocadas e injustas, chulas e grosseiras, de um velhaco do Rio Grande do Sul, contra Collor e Lula. O infeliz deve ter herpes mental. Até os mais ferrenhos adversários de Collor admitem que o ex-presidente mudou o Brasil. Deixou leis que continuam beneficiando o cidadão. As diretrizes econômicas traçadas por seu governo foram seguidas por todos os presidentes que o sucederam. Collor foi arrancado do cargo por um impeachment imoral e ilegal, que violentou a Constituição. A seguir foi inocentado e absolvido pelo STF de todas as torpes acusações de seus detratores. Collor olha para a frente e para o futuro. Não carrega ódio no coração. Pessoas de bem e isentas não devem permitir que canalhas e farsantes fraudem a legitima e verdadeira História Republicana, mentindo e caluniando como bem entendem. O calhorda gaúcho é filho raivoso da má-fé e do rancor. Anda de quatro. Lula, por sua vez, também insultado pelo verme gaucho, cavou seu belo destino pessoal e político com competência. Deixou o governo com 85% de apoio popular. Como ex-Chefe de Estado também é respeitado no exterior.
domingo, 20 de março de 2011
O que acontece por aí...
Grandeza e espírito público
Collor é pautado pelo espírito público. Não é mesquinho. Não guarda ódio nem rancor no coração. Isso fica para decaídos. Collor serve ao Brasil. Ontem, hoje e sempre. Não abre mão de seus deveres de cidadão e parlamentar. Estará sempre ao dispor da presidenta Dilma quando se tratar do interesse coletivo. Não importando quem ela convoque ou quem precisa sentar ao lado dele. Em todas suas ações Collor visa o bem comum.
Paes é melhor como fotógrafo
Eduardo Paes, como prefeito carioca, é, realmente, um bom fotógrafo. Estava no lugar certo na hora certa. Claro, previu tudo. Show de bola.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Sarney fala sobre sua biografia escrita por Regina Echeverria
O presidente do Senado, José Sarney, comentou nesta sexta-feira (18) o lançamento de sua biografia que acontece na próxima terça-feira (22) no Centro de Cultura Banco do Brasil, em Brasília. Com 600 páginas, a obra publicada pela Editora Leya, foi escrita pela jornalista Regina Echeverria e levou cinco anos para ser concluída. Sarney destacou que Regina teve total liberdade na pesquisa e execução da biografia, "Ela conversou com todos, amigos e inimigos, teve acesso a todos os meus arquivos", disse o senador. No total, Regina Echeverria fez 186 entrevistas em todo o Brasil e gravou inúmeras horas de depoimento com o presidente do Senado. Sarney atribuiu o sucesso do livro, que já vendeu 15 mil cópias, a qualidade do trabalho e à competência da escritora, especialista em biografias, autora de "Só as mães são felizes" que conta a história de Cazuza e "Furacão Elis" sobre a vida de Elis Regina, entre outras obras. IMPEACHMENT - Ascensão e queda de um presidente
A Editora Cia. dos Livros, o autor Arnaldo Santos e a Casa do Ceará convidam para o lançamento do livro IMPEACHMENT - Ascensão e queda de um presidente
Quando: 30 de março 2011 (quarta-feira) as 19h30
Onde: Casa do Ceará de Brasília –
Endereço: SGAN Quadra 910 Conjunto F - Asa Norte – Brasília - DF
Informações: 61 3533-3800
Informações pelo site: http://www.aquivoceenoticia.com/
O livro Impeachment – Ascensão e queda de um presidente, editado pela Cia dos Livros, do jornalista e sociólogo, doutor em ciência políticas Arnaldo Santos, é um texto envolvente e altamente esclarecedor porque propicia ao leitor uma volta ao tempo e a cena política dos anos noventa. O autor apresenta as bases da compreensão política, a campanha eleitoral, o governo e o processo do impeachment. O Brasil foi sacudido pela sua destituição, mas tudo foi feito com as instituições democráticas funcionando plenamente, sem sobressaltos - algo até então inédito na América do Sul. Foi a primeira manifestação democrática participativa do País.
Arnaldo Santos*
Trazendo fatos reais, entrevistas, reportagens e uma rica e profunda análise do que foi esse importante momento político na história do Brasil. Indicado para estudantes e profissionais das áreas de comunicação bem como para todas as pessoas que têm interesse em entender um pouco melhor a história política do Brasil. Foram diversos personagens entrevistados por Arnaldo, durante sua pesquisa, que participaram diretamente de eventos que culminaram no impeachment, entre eles o próprio Collor. "Entrevistei desde o então Presidente da Câmara dos Deputados, Ibsen Pinheiro, até o próprio Collor, por duas vezes. No total, a tese contou com o depoimento de 14 pessoas - entre elas o Senador Amir Lando, relator da CPMI que investigou os escândalos de corrupção relacionados a Paulo César Farias, e o então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, que chegou a fornecer documentos confidenciais a Santos.”, revela o autor.
Ficha técnica: Livro: Impeachment – Ascensão e queda de um presidente; Editora: Editora Cia. dos Livros; Autor: Arnaldo Santos;Nº de páginas: 380; Preço: R$ 45,30
Quem já leu
... Este trabalho do jornalista e sociólogo Arnaldo Santos é parte de sua tese de doutorado pela Universidade Nova de Lisboa. Ele trata, com rigor científico e senso de oportunidade jornalístico, de um dos mais importantes episódios da história recente do Brasil. O impeachment do presidente Fernando Collor de Mello que foi um teste decisivo para a jovem democracia brasileira se consolidar, como também foram a eleição e posse na Presidência do candidato, de um partido de oposição ao que estava no poder em 2002, ainda mais porque esse partido e seu candidato haviam sido considerados durante algum tempo por muitas pessoas como seguidores da “esquerda” no espectro político. O país se saiu muito bem nos dois casos, que ajudaram a consolidar as instituições políticas nacionais. O tempo transcorrido desde os acontecimentos de 1992 até a edição deste volume é suficiente, na vida individual do brasileiro, para a pessoa obter a maioridade. Parece ter sido também o bastante para a democracia no país demonstrar também ter atingido maioridade, processando a sexta eleição direta para presidente seguida, em paz, liberdade e absoluto respeito aos direitos civis e políticos de todos. Um feito inédito em nossa história e cuja relevância talvez os mais jovens não estejam apreciando devidamente, talvez o considerando apenas como “um fato da vida”... (Carlos Eduardo Lins da Silva).
... O longo, minucioso e cuidadoso trabalho de pesquisa com o qual o jornalista Arnaldo Santos obteve seu doutorado pela Universidade Nova de Lisboa não apenas ilumina – ou seja, torna mais clara uma quadra grave da história recente do Brasil – mas representa, ao mesmo tempo, uma valiosa contribuição à memória nacional. O autor é um profissional dedicado ao seu mister. É daqueles que enfrentam e vencem, como um maratonista, todos os desafios para alcançar o seu objetivo. Ele o alcançou com este trabalho sobre “O processo de impeachment do presidente Fernando Collor de Melo e sua repercussão na imprensa de Lisboa e o sentido do impeachment para a democracia”. Um trabalho acadêmico muito bem orientado e muito bem executado... (Ciro Gomes)
* Breve Entrevista com jornalista e sociólogo, doutor em ciência políticas, Arnaldo Santos
Editora Cia. dos Livros – O que mais lhe surpreendeu, em sua vasta pesquisa sobre o impeachment do presidente Fernando Collor de Mello?
Arnaldo Santos – Objetivamente a maior surpresa ficou por conta da postura de quase todos os que foram ouvidos durante a pesquisa, notadamente daqueles que de uma forma ou de outra durante todo o processo de investigação do ex-presidente, estiveram a frente do movimento fora Collor e quando os entrevistei de uma forma ou de outra quase todos apresentaram uma explicação que ao contrário de acusarem o ex-presidente, como o fizeram durante o processo do impeachment, na verdade quase absolveram. Essa afirmação pode ser comprovada nas transcrições que faço ao longo do livro.
Editora Cia. dos Livros – Como foi defender esta tese fora de seu País?
Arnaldo Santos – Desafiador. Afinal por que uma Universidade Européia (Universidade Nova de Lisbôa) se interessaria por um estudo desses? Duas razões se evidenciam: a primeira é o ineditísmo do estudo. Essa é primeira pesquisa que investiga o fenômeno do impeachmen sob a ótica da política. Que paixões, quais as motivações especialmente do Congresso, do empresariado, da imprensa e da sociedade em geral, estiveram por traz do movimento que destituiu o primeiro Presidente eleito pelo voto direto após o regime militar? O segundo foi a repercussão que o processo do impeachment teve em toda a imprensa européia especialmente na mídia lusitana. Defender uma tese de doutorado sobre o fato mais importante da história política brasileira e ainda relativamente recente, olhando de fora do Brasil, foi extremamente desafiador.
Editora Cia. dos Livros – Como Sr. avalia a volta de Collor ao poder.
Arnaldo Santos – Extremamente importante para a democracia brasileira. Sua volta ao contrário do que muitos podem avaliar, representa o grau de maturidade política do povo brasileiro e sua postura no Senado, tem evidenciado o seu amadurecimento como homem público, pois ao contrário de um homem ressentido como se podia esperar, o que se está vendo por parte do senador Fernando Collor, é uma postura equilibrada colaborativa para com os problemas do país, e para com seus pares no cotidiano do Senado, bem diferente de quando esteve a frente da Presidência da República.
Editora Cia. dos Livros – Qual o principal legado deixado por aqueles que empenharam a ‘bandeira’ do impeachment, para os jovens de hoje?
Arnaldo Santos – De que independentemente das motivações políticas quando os homens públicos resolvem promover mudanças, ainda que ponham em risco a estabilidade Democrática, eles buscam apoio nas instituições representativas da sociedade civil, constroem e amplificam suas motivações ainda que essas não representem necessariamente as verdadeiras motivações da sociedade brasileira.
Editora Cia. dos Livros – Os jovens de hoje têm consciência sobre importância deste episódio, que podemos afirmar, ter sido um dos mais importantes na política brasileira?
Arnaldo Santos – A julgar pela forma como os jovens se comportam diante dos processos políticos do país, eu afirmo que não. A participação dos jovens na política ainda é muito pequena. Tambem é preciso afirmar que a culpa não é deles, pois o legado é ruim. Temos uma prática política mal sã, onde a elite política cumpre uma agenda que não guarda nenhuma relação com a agenda da sociedade em geral, especialmente com o que representa os interesses da juventude; mas essa realidade não será mudada sem a participação dos jovens, isso eu posso afirmar.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Análise isenta
Parabens ao Antônio Brasil, no "Bronca" do Cláudio Humberto, pela análise isenta, competente, verdadeira, justa e corajosa. Collor realmente tirou o Brasil das amarras do atraso. Foi arrancado do cargo porque não se sujeitou aos caprichos dos oportunistas e cretinos. Não dobrou a espinha para maus empresários, maus advogados e maus jornalistas. Todos canalhas travestidos de isentos e democratas. Já disse e repito, com prazer, alguns dessa corja de vermes continuam no palco de suas vidinhas inúteis, mentindo e iludindo as pessoas. Passam por Collor e abaixam a cabeça. de vergonha, porque não foram homens. Apenas ratos. Outros já foram diretos para o inferno.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Vicente Limongi Netto
Padreco Insolente, leviano e torpe
O padreco Lauro Palú, reitoreco do colégio carioca São Vicente, foi leviano, insolente, torpe, inconsequente e moleque, insultando o ex-aluno da instituição, o ex-presidente e senador Fernando Collor, em reunião com pais de alunos. O venal Palú também foi desrespeitoso com os pais de Fernando Collor, que já não estão entre nós. Francamente.
Padreco Insolente, leviano e torpe
O padreco Lauro Palú, reitoreco do colégio carioca São Vicente, foi leviano, insolente, torpe, inconsequente e moleque, insultando o ex-aluno da instituição, o ex-presidente e senador Fernando Collor, em reunião com pais de alunos. O venal Palú também foi desrespeitoso com os pais de Fernando Collor, que já não estão entre nós. Francamente.
“Lei protege bandido rico”
A justiça brasileira é piada de mau gosto. Se desmoraliza sozinha. O assassino Pimenta Neves foi condenado mas continua solto. Se faz de deprimido e tem advogado poderoso. Agora, outro ordinário, o médico (?) Abdelmassih, também fora das grades, está rindo de todos nós. O que adianta condenar um crápula a 278 anos de cadeia se ele não passará nem 10 anos realmente preso? É preciso urgente se modificar o código penal. Serve apenas para proteger bandidos e assassinos ricos. Seguramente a presidente Dilma também tem vergonha de algumas leis brasileiras.
Dilma destaca as mulheres
Creio que Dilma fez muito bem indo aos programas da Ana Maria Braga e Hebe Camargo. Vamos acabar com preconceitos tolos, infames e burros. Dilma assim agindo e vai agir sempre, valoriza o trabalho da mulher. Aposto que as mulheres , mesmo as que não votaram nela,estão se sentindo bem representadas com Dilma na presidência. Dilma não faz pose. Não é mulher de lero-lero. Nada de surprendente ir a programas comandados por mulheres. Ora bolas, Dilma é mulher como as outras. Tem manias, defeitos, virtudes e vaidades. Nada que Dilma faça no cargo desapontará nem servirá para humilhar as mulheres. Vai homenagear as mulheres quando for preciso. Irá ao encontro deles onde precisar. Caso num belo dia de sol Dilma resolva torcer ir torcer no Maracanã ou no Morumbi, ótimo. Será bem recebida. Dilma não faz gênero. Por isso está agradando. Avante, Dilma.





