quinta-feira, 16 de junho de 2011
Collor sugere mudanças em projeto da Câmara que regulamenta acesso a informações governamentais
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Collor relata debate sobre inserção do Brasil no Conselho de Segurança da ONU
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Vicente Limongi Netto
Collor lembra importância do Tratado para uso Pacífico de Energia Nuclear entre Brasil e Argentina
terça-feira, 7 de junho de 2011
“O Brasil será o Anfitrião do Mundo”, afirma Collor
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O que acontece por aí...
Pobre torcedor brasiliense, se for esperar algo produtivo com o timeco apresentado pelo Cláudio Humberto pretensiosamente chamado de "Pensar Brasília". O governo de Brasília não tem nem competência para implodir uma arquibancada de um estádio, quanto mais sonhar em fazer o jogo inaugural da copa de 2014. Brasília já deveria agradecer aos céus por ser sub-sede da copa. A turma do "Pensar Brasília" faria melhor pela população se exigisse do desgoverno Agnelo uma administração que realmente pelo menos tente diminuir o caos nos serviços públicos, nos hospitais que mais parecem chiqueiros, na insegurança cada dia mais avassaladora. nas escolas ruins, sem merenda escolar, com mortes e agressões.
Mônica Bérgamo e equipe foram brilhantes acompanhando um dia do talentoso e competente Paulo Henrique Ganso fazendo comercial. Jovem centrado, consciente de suas responsabilidades como homem e atleta, foi ótimo saber que Ganso já pretende voltar a jogar na final da Libertadores e, a seguir, na Copa América. Ganso é um dos raros jogadores que hoje encantam o torcedor. Ele sabe o perfume que a bola gosta. Por isso é amado por ela e pelos deuses do futebol.
Palocci, Dilma, Lula e Oposição
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Lobão Filho tem alta e deixa hospital
Collor elogia programa de combate à miséria lançado pela presidente Dilma Roussef
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Aznar vê 'explosão espanhola' no Brasil
Vicente Limongi Netto
terça-feira, 31 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Reforma política cumpre calendário e chegará ao plenário do Senado no começo de julho

O presidente da Comissão de Reforma Política, Francisco Dornelles (PP/RJ), entregou nesta manhã ao presidente do Senado, José Sarney, o conjunto de onze propostas de projetos de leis e de emendas constitucionais sobre a reforma política. Sarney assegurou que, ainda nesta tarde, promoverá a leitura dos textos no plenário e que, amanhã, deverá seguir para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).O senador Eunício Oliveira (PMDB/ CE), presidente da CCJ, prevê que, no próximo dia 25, os projetos estarão em pauta. "Nosso objetivo é o de cumprir um cronograma que se encerrará no dia 6 de julho", afiançou, prevendo que, a partir de então, os projetos de lei e PECs serão encaminhados para votação em plenário.
Sarney elogiou a "eficiência e dedicação de Dornelles, que resultaram no cumprimento dos prazos acordados". Ressaltou que, "em assunto tão complexo, foram abandonadas as questões teóricas e difusas para se discutir o essencial". Disse ainda que o trabalho de Dornelles foi "excepcional", aliando vontade política ao interesse nacional. "A conjugação desses fatores possibilitou a realização desse louvável trabalho."
A maioria dos senadores membros da comissão de Reforma Política prestigiou o evento. Luis Henrique (PMDB/SC) destacou o papel do presidente Sarney, relembrando que a criação da comissão de Reforma Política foi acompanhada de outra proposta de grande relevância: a Emenda à Constituição para alterar o rito de tramitação das Medidas Provisórias. Depois registrou que Sarney teve presença assegurada na história do país quando convocou a Constituinte em 1988. O que ressaltou "como ato de coragem fundamental para a consolidação da democracia no Brasil".
A senadora Vanessa Grazziotin (PC do B/AM) elogiou a condução dos trabalhos pelo senador Dornelles e fez "agradecimento especial" ao senador Sarney pela indicação de quatro mulheres senadoras para compor a comissão - Ana Rita (PT/ES), Ana Amélia (PP/RS), Lúcia Vânia (PSDB/GO) e ela própria. "Devemos isso ao presidente Sarney", marcou.
O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) classificou como "feito histórico" o relatório apresentado hoje" , além de também elogiar o presidente Sarney, pela iniciativa e Dornelles pela condução dos trabalhos. Collor (AL/PTB) disse que sua descrença no início dos trabalhos da Comissão de Reforma Política foi substituída pela empolgação com a eficiência no cumprimento dos prazos do trabalho. "Quando presidente da República tentei promover uma reforma, mas não foi a frente", recordou para ressaltar a "inequívoca liderança" de Sarney e a atuação de Dornelles como "chaves do sucesso" no resultado dos trabalhos da comissão.
Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Collor participa de almoço no Itamaraty com a presidenta Dilma Rousseff
O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB), participou de almoço no Itamaraty, a convite da presidenta Dilma Rousseff, em homenagem ao primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, que chegou hoje à Brasília. Collor aproveitou a oportunidade para agradecer à presidenta Dilma pelo empenho do Governo Federal na ajuda às vítimas das fortes chuvas que ocorreram no inicio deste mês no estado de Alagoas, quando nove municípios foram reconhecidos em estado de calamidade e mais de seis mil pessoas ficaram desabrigadas. O senador lamentou que pelo segundo ano consecutivo Alagoas tenha sido atingida por mais um desastre natural, deixando milhares de famílias desabrigadas. Nas primeiras semanas após as chuvas, a presidenta anunciou a liberação de recursos na ordem de R$ 1 milhão em caráter emergencial para atender aos desabrigados. Collor lembrou que é importante a realização de obras estruturantes para impedir que novas catástrofes aconteçam. O almoço foi realizado no Palácio do Itamaraty e foram discutidos entre os dois países temas como a necessidade do fortalecimento de organismos multilaterais como o Conselho de Segurança da ONU, o Banco Mundial, Rio+20, combate à pobreza.
sábado, 7 de maio de 2011
Vicente Limongi Netto
Collor acompanha preparativos para RIO+20
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Collor manifesta solidariedade às vítimas das enchentes em Alagoas
- Aqui em Brasília já começamos a o trabalho junto a diversos ministérios solicitando não apenas para os recursos emergenciais para atender às primeiras vítimas dessas enchentes, mas também os recursos para as obras permanentes como a recuperação daquilo que foi destruído, para a recuperação das rodovias, sobretudo, a recuperação das casas que foram destruídas pelas enchentes – afirmou o senador.
- Estamos aqui apostos, atentos e trabalhando para tentar diminuir um pouco o sofrimento dos alagoanos que foram vitimas das enchentes – afirmou.
No ano passado o estado de Alagoas enfrentou problema semelhantes com as chuvas que atingiram 15 municípios, deixando mais de 53 mil desabrigados e 27 mortos. O senador Fernando Collor esteve pessoalmente com o então presidente Lula para pedir recursos para o Estado e garantir a realização de obras estruturantes que pudessem minimizar os efeitos das chuvas. Este ano os municípios atingidos pelas enchentes são diferentes dos do ano passado. Collor lamentou que Alagoas tenha sido novamente afetada por fortes chuvas e garantiu que desde o inicio vem trabalhando fortemente junto ao Governo Federal para garantir o apoio aos desabrigados.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Collor apela para responsabilidade do Brasil com os parceiros do MERCOSUL
Durante a discussão para a votação do Projeto de Decreto Legislativo 115/2011, que altera o acordo entre os governos do Brasil e Paraguai, o presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTB) fez uma intervenção, como ex-presidente da República signatário da criação do MERCOSUL, apelando aos senadores para a responsabilidade do Brasil perante os seus parceiros comerciais. Inicialmente o senador Collor pediu que fosse retirado todo e qualquer sentido de caráter ideológico da discussão sobre o Tratado de Itaipu. "Temos também que retirar o interesse de Governo, neste caso o interesse é do Estado brasileiro. O Brasil, como sócio, maior participante do bloco do MERCOSUL, tem sim responsabilidade perante os seus parceiros, tanto pela sua dimensão territorial quanto pelo tamanho da sua economia", disse. Collor lembrou que o MERCOSUL foi uma construção que perpassou por vários presidentes, desde José Sarney, com a assinatura da declaração de Iguaçu, passando por ele, quando o tratado da criação do MERCOSUL foi assinado há 20 anos, seguindo por Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. "Diversos matizes ideológicos diferenciavam os presidentes que ajudaram a construir o processo de integração do Cone-Sul", afirmou. O presidente da CRE lembrou ainda que se o MERCOSUL não avançou nos últimos anos como se imaginava e gostaria é por causa das diferenças. Collor alertou que a tendência mundial é a construção de blocos econômicos fortes, uma vez que a grande guerra a ser enfrentada pelos países no próximo século será a econômica. “Se não constituirmos os nossos blocos de forma hígida, pujante, não conseguiremos sobreviver. Isso só poderá ser feito se corrigirmos as assimetrias que existem hoje entre os países do bloco. E essas assimetrias só poderão ser corrigidas na medida em que o Estado Brasileiro assumir a responsabilidade e a obrigação de quem detém a maior economia dentre os que compõem o bloco do MERCOSUL”, argumentou Collor. Para o senador, ao votar o projeto de correção dos valores pagos pelo Brasil pela energia do Paraguai no Tratado de Itaipu, o Congresso demonstra a responsabilidade e preocupação com os seus parceiros econômicos.
Collor participa de mesa-redonda sobre desenvolvimento sustentável no Rio
O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, senador Fernando Collor (PTB), participa, na manhã desta sexta-feira (29/4), no Rio de Janeiro, de uma reunião promovida pelo Itamaraty, intitulada “Mesa-Redonda de Alto Nível da Rio+20: Os Novos Desafios do Desenvolvimento Sustentável”. De acordo com o Itamaraty, a Mesa-Redonda será a primeira de uma série de outras discussões com representantes dos mais diversos setores da sociedade com vistas à construção do pensamento brasileiro sobre a questão ambiental. Entre os meses de maio e junho do próximo ano o Brasil sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, chamada Rio+20, que discutirá o futuro do planeta e deverá estabelecer um novo protocolo ambiental, visto que o de Kyoto perderá a validade a partir de 2012. A participação do senador Fernando Collor na Mesa-Redonda do Itamaraty deve-se não apenas pela presidência da CRE, mas pelo fato de o senador ter sido o idealizador da proposta da Conferência junto ao Legislativo e que foi recepcionada pelo então presidente Lula, que levou o tema às Nações Unidas em 2007, recebendo total apoio dos demais países integrantes da ONU. A Mesa-Redonda contará ainda com a participação do ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, além do Diretor-Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner. Na próxima segunda-feira (2/5) o senador Fernando Collor voltará ao Rio de Janeiro, desta vez para, junto com os demais membros da Subcomissão de Acompanhamento da Rio+20, inspecionar as obras e verificar toda a organização do evento. Esta segunda reunião será feita a convite do prefeito do Rio, Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, além da participação de membros do Itamaraty e das Nações Unidas.quarta-feira, 27 de abril de 2011
Deu no Gilberto Amaral
Collor e SarneyO senador Fernando Collor, avança com seu projeto de discutir temas relevantes da vida internacional em sessões especiais na Comissão de Relações Exteriores. Sarney e Collor passaram ontem meia hora juntos, analisando a conjuntura política do país.
Política externa
As atenções sobre Collor já chegaram a São Paulo. Foi convidado para escrever um artigo para o próximo número da prestigiosa revista Política Externa.
Boas relações
A diplomacia quer com elle cultivar boas relações. Collor, que preside a CRE, será homenageado hoje com um almoço no Itamaraty.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
CRE do Senado vai acompanhar preparativos para a Rio+20
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Brasil vai ter juros compatíveis com padrão internacional

CRE critica nota da OEA pela suspensão das obras de Belo Monte
"A OEA é extremamente intrometida", declarou Collor ao justificar a apresentação dos requerimentos
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou, durante reunião ordinária desta quinta-feira (07/04), voto de solidariedade ao Governo Brasileiro por reagir com veemência à nota da Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) pedindo que o Brasil suspenda a construção da usina de Belo Monte. Autor do requerimento, o senador Fernando Collor (PTB), apresentou ainda um segundo propondo voto de censura ao secretário da OEA que assinou a nota, Santiago Canton, por entender como uma intromissão aos interesses nacionais. - A OEA é extremamente intrometida – declarou Collor ao justificar a apresentação dos requerimentos. O senador, que é presidente da CRE, exaltou a postura da presidente Dilma Rousseff em repudiar a nota da Organização e reagir imediatamente à nota. Por isso, apresentou um voto de solidariedade ao governo. A nota da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA solicita às autoridades brasileiras suspensão de qualquer obra de execução na usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A OEA quer que seja realizada uma nova consulta com as comunidades indígenas locais, que devem ter acesso a um estudo do impacto socioambiental da obra, e a adoção de 'medidas vigorosas para impedir a disseminação de doenças' entre os índios.O Governo considerou as solicitações “precipitadas e injustificáveis” e recebeu com perplexidade. Collor lembrou que a legislação brasileira sobre meio ambiente é uma das mais avançadas do mundo e disse que da concepção do projeto até o inicio das obras houve um período de 12 anos de estudos. O presidente da CRE entende a declaração da OEA como uma intromissão em assuntos internos do Brasil e não deve ser aceita pelo governo brasileiro. O senador João Pedro (PT-AM) criticou o fato de a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA não ter ouvido o governo brasileiro antes de emitir a declaração. Em sua opinião, o país adotou todos os procedimentos e possui instituições fiscalizadoras, como o Ministério Público e a sociedade civil, para apontar eventuais irregularidades nas obras de Belo Monte.A senadora Gleisi Houffmann também defendeu a posição do Governo brasileiro e criticou o que chamou de intromissão da OEA em assuntos internos. Já os senadores Cristovam Buarque (PDT), vice-presidente da CRE, e Randolfe Rodrigues (PSOL), embora tenham concordado com o requerimento, ponderaram que os alertas feitos pela OEA não devem ser ignorados pelo Governo Brasileiro, uma vez que a obra de Belo Monte não tem sido bem aceita por parte da sociedade. O nico que se manifestou abertamente contrário ao requerimento foi o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Em sua avaliação, a atuação de órgãos internacionais, como a OEA e a Organização das Nações Unidas (ONU) é importante para impedir abusos aos direitos humanos no mundo. Para ele, o governo brasileiro já tomou posição clara em relação à declaração da OEA e, em sua avaliação, o Legislativo não precisaria protestar.
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