domingo, 31 de outubro de 2010

Dilma, a Presidente do Brasil

O poste foi o outro

As urnas mostraram que o poste era o outro. As urnas constataram que Lula é mesmo um monstro na dificil arte de fazer política. Lula enfrentou a tudo e a todos. Seguramente perdeu as estribeiras algumas vezes, mas jamais deixou de acreditar na candidata petista, a qual, afinal, mostrou que não tem nada de poste. Que Dilma respire fundo. É hora de guardar as armas. Serra e segudores tucanos também devem fazer o mesmo. O Brasil precisa continuar crescendo. O povo merece mais emprego, mais qualidade de vida, mais segurança, melhores hospitais. É preciso lembrar que o PSDB elegeu governadores de Estados importantes. Dilma vai precisar de união para governar com sucesso

Os planos de Dilma e o futuro de Serra

Não deu certo a estratégia de Serra, sempre insistindo em comparar sua biografia com a de Lula, um ex-operário que cavou seu destino com as próprias mãos, chegando a Presidente da República e deixando o cargo com 83% de aprovação popular, e tentando desqualificar profissionalmente a candidata petista Dilma. Serra conseguiu levar as eleições para o segundo turno, graças aos eleitores de Marina, que votaram nela mais como protesto contra Serra e Dilma. Acredito que agora Serra vai cuidar da vida. Deverá ser candidato à prefeitura de São Paulo. Outra disputa árdua. Político sem mandato é homem morto. Dilma, por sua vez, eleita sucessora de Lula, encontrará a casa literalmente arrumada. Na esfera política é que são elas. terá que ter firmeza, paciência e lucidez para abrigar aliados de primeira hora. PMDB e PT seguramente não abrirão mão de cargos estratégicos. Sempre foi assim. Quem ganha quer cargos. Tomara que os candidatos pensem primeiro no interesse da população e do Brasil. Não tenho dúvida que Dilma cumprirá suas obrigações e formará um ministério coeso e competente.




sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Record desmascara esquema de corrupção no governo Serra

Justiça estipula prazo para explicações das suspeitas de fraude nas obras do metrô em SP

A Justiça deu um prazo de 48 horas para que o Metrô pare de esconder e apresente os envelopes lacrados das ocorrências da linha Lilás, suspeita de fraude. A obra foi suspensa e está sob investigação pelo Ministério Público paulista. No ano passado Jorge Fagali Neto teve uma conta de US$ 10 milhões bloqueadas na justiça por propinas de contratos com o Metrô com a ALSTOM. O irmão dele (José Jorge Fagali) é o atual presidente do Metrô desde a gestão Serra, e misteriosamente José Serra não o afastou do cargo. A Operação Castelo de Areia da Polícia Federal identificou um esquema de pagamento de propinas de empreiteiras nas linhas verde e na amarela. Há indícios de propina à membros da Polícia Civil e Ministério Público para arquivar o processo do desabamento, conhecido como cratera do Metrô, com morte de 7 pessoas. Até hoje ninguém foi punido. Também estava abafado no governo Serra a corrupção no Rodoanel. Só depois que Serra deixou o governo que escândalo com Paulo Preto, veio à tona.


Caso Alstom

O escândalo do caso Alstom consiste numa série de denúncias de pagamento de propina feitos pela empresa francesa Alstom a vários políticos brasileiros do PSDB, que vêm sendo feitas por órgãos de imprensa da mídia internacional, tais como o Wall Street Journal e o Der Spiegel, mas que foi má e porcamente divulgados pelos jornalões amestrados aqui do Brasil. A Alstom desembolsou US$ 6,8 milhões em propinas para conseguir obter um contrato de 45 milhões de dólares na expansão do metrô de São Paulo. De acordo com documentos enviados ao Ministério da Justiça do Brasil pelo Ministério Público da Suíça, no período de 1998 a 2001 – era tucanóide que assolou o Estado de São Paulo - pelo menos 34 milhões de francos franceses teriam sido pagos em propinas a autoridades governamentais e a políticos paulistas, utilizando-se empresas offshore em paraísos fiscais. Os pagamentos teriam sido feitos utilizando-se o esquema de contratos de 'consultoria de fachada'. As "comissões" pagas pela Alstom chegariam a aproximadamente R$ 13,5 milhões. Segundo o Ministério Público da Suíça, pelo cruzamento de informações, esses trabalhos de "consultoria" foram considerados como sendo trabalhos fictícios.
No período de negociação e da assinatura dos contratos de consultoria estava à frente da Secretaria de Energia de São Paulo - que comandava a Eletropaulo - o então genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn (deixou o cargo em janeiro de 1998, ao assumir a direção geral da Agência Nacional do Petróleo), o atual secretário de Coordenação das Subprefeituras da cidade de São Paulo, Andrea Matarazzo, que ocupou a secretaria por alguns meses, e o atual secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce.

Serra e a Bíblia

Cena ridícula e colossal apelação. Serra lendo trechos da Bíblia, ontem, no programa eleitoral na televisão. Misturar campanha eleitoral, já na reta final, com religião e cinismo é desprezível. O católico convicto não precisa se exibir para holofotes. Blasfêmia de Serra. Demagogia. Tiro no próprio pé.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ibope: vantagem de Dilma sobre sobe para 14 pontos

Clique na imagem

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, abriu 14 pontos de vantagem sobre José Serra (PSDB), segundo pesquisa Ibope/Estado/Globo divulgada nesta quinta-feira, 28. De acordo com o levantamento, a petista registra 57% dos votos válidos (que exclui brancos, nulos e indecisos) contra 43% do tucano. No levantamento anterior, Dilma aparecia com 56% contra 44% de Serra. No total das intenções de voto, a petista lidera com 52% contra 39% do adversário. 5% disseram pretender votar em branco ou anular o voto e 4% estão indecisos. Na pesquisa anterior, Dilma registrava 51% das intenções totais de voto contra 40% de Serra. Os porcentuais de brancos e nulos e de indecisos continua o mesmo. 82% dos eleitores afirmaram que seu voto é definitivo e 13% disseram que ainda podem mudar o voto, enquanto 5% não sabem ou não responderam a essa questão. Para 80% dos entrevistados, o governo Lula é bom ou ótimo. 15% o consideram regular e 4%, ruim ou péssimo. Foram realizadas 3010 entrevistas entre os dias 25 e 28 de outubro. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 37.596/2010. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Fonte: O Estado de S. Paulo.

A cruz que Collor carrega é fruto do ressentimento de maus brasileiros que, antes delle, mamavam no Estado nacional

Tudo que escrevo e faço é por convicção. Collor não foi ruim para o Brasil. Deixou leis importantes. Seus parâmetros econômicos, suas medidas modernizadoras, são até hoje seguidos a risca por seus sucessores. Sempre defendeu a liberdade de imprensa, o direito de todos se expressarem livremente. Jamais foi contra, pelo contrário, as investigações que fizeram na época do torpe e ilegal impeachment. Nunca aceitou sugestões de muitos famosos para fechar o Congresso, evitando assim sua deposição. Errou muito, acertou mais ainda. Jovem, queria mudar o Brasil do dia para noite. Enfrentou fortes esquemas econômicos, há décadas literalmente mamando nas têtas do governo. Abriu a economia brasileira ao mercado internacional e modernizou o País. A cruz que Collor carrega é fruto do ressentimento de maus brasileiros, que preferem guardar ódio e recalque na alma. Todavia Collor é guerreiro, destemido. Não esmorece diante dos obstáculos nem muito menos diante de críticas e insultos de venais e covardes. Como senador continua trabalhando com entusiasmo pelo Brasil. Podem latir a vontade porque não deixarei de escrever defendendo Collor, Sarney e quem mais achar que mereça. Não sou partidário. Critico e elogio sem receio de nada. E também quando coloco no papel não me arrependo de rigorosamente nada do que escrevi-postei. Tenho orgulho de ter tido um ótimo pai, já em outro plano da vida, e convivo com alegria com minha mãe. Alguns, por sua vez, até hoje procuram nos cartórios se têm pai e mãe ou simplesmente nasceram em algum curral ou prostíbulo.

Collor e a Petrobras

O Globo acentuou na primeira página e ainda destacou na matéria:"Serra constrangeu Dilma", afirmando que Collor tem diretor na Petrobras. Exagero do jornal. Creio que Dilma não deu a menor importância ao assunto. O próprio Globo tratou do tema. O diretor indicado por Collor é dos quadros da petrobras, trata-se de técnico competente, e é procedimento normal entre partidos aliados do governo sugerir nomes para cargos nas estatais. Num país continental e complexo como o nosso, há a necessidade de governos de coalizão. E coalizão significa não só compartilhar idéias, mas a participação efetiva dos diversos partidos aliados na gestão pública. Governar é compartilhar responsabilidades. Até parece que governos anteriores ao de Lula não adotavam idêntico sistema de nomeações. O PSDB quer confundir. Tenta mudar o placar do jogo. Não vacila em chutar até as canelas de Dilma.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CNT/Sensus: Dilma dispara e tem 51,9%. Dos válidos, atinge 58,6%. Serra afunda e tem 36,7%.

Na contagem dos votos válidos, a candidata de Lula tem 58,6% e o tucanóide aparece com 41,4%. A quatro dias do segundo turno, candidata de Lula dispara.

A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgou hoje pesquisa realizada pelo instituto Sensus que revela ampla dianteira de Dilma Rousseff em relação ao tucano. A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 51,9% das intenções de voto, diante dos 36,7% de seu adversário, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã. A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior, na semana passada, para 15,2 pontos agora. No levantamento anterior, Dilma tinha 46,8% e Serra, 41,8%. Na pesquisa divulgada hoje, votos brancos e nulos somaram 4,7% e indecisos ficaram com 6,8%. Ao se considerar somente os votos válidos - que exclui nulos e brancos e se redistribui os indecisos proporcionalmente, Dilma tem 58,6% e Serra, 41,4%. A rejeição à candidata petista caiu de 35,2% da pesquisa anterior para 32,5%. Já a rejeição a Serra subiu de 39,8% para 43%. O levantamento, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, foi feito com dois mil eleitores, entre os dias 23 e 25 de outubro, em 136 municípios. Foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 37609/2010.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Collor lamenta morte de Romeu Tuma

O ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) lamentou o falecimento de seu colega de Casa e de partido, Romeu Tuma, em nota na tarde desta terça-feira.

Collor declarou que Tuma era "um grande amigo, um grande companheiro de partido e excepcional colaborador". O senador alagoano afirmou por telefone à assessoria de seu gabinete que a morte de Tuma é uma "grande perda não apenas para o Senado Federal, como para todo o País". Ele ainda lembrou que no período em que estava na presidência, seu colega foi diretor-geral da Polícia Federal e secretário da Receita Federal, "tornando-se conhecido nacionalmente pelo trabalho que desempenhou junto aos dois órgãos". Romeu Tuma morreu às 13h de hoje, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, por falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado desde o dia 1º de setembro para tratar um quadro infeccioso de afonia (perda ou diminuição da voz). Além de exigir cuidados médicos, o problema impediu Tuma de fazer campanha nestas eleições. O candidato ficou em quinto na disputa pelo Senado em São Paulo e não se reelegeu.

Serra não esquece Collor

Toda vez que fica sem argumentos contra Dilma, Serra desacata Collor. Serra mostrou-se canalha, ressentido e covarde, com relação ao ex-presidente. O desespero de Serra virou moda. Seguramente Freud explica. Foi assim novamente no debate na TV Record. Serra tem que colocar na cabeça que disputa a Presidência da República com Dilma, não é com o senador Fernando Collor. A não ser que já tenha jogado a toalha em 2010 e já pense em 2014, quando, com certeza, Collor será um forte candidato. Mesmo porque ensina o dito popular que quem desdenha quer comprar. A meu ver Dilma mostrou-se mais firme, mais serena, mais convincente do que Serra. Quando Dilma provoca Serra para discutir o tema Petrobras, o candidato do PSDB roda a baiana. Rasga a fantasia de gata borralheira sem o sapato do príncipe encantado. Outro grave erro de Serra é tentar desqualificar Dilma. Até os mais céticos com relação à candidata do PT já admitem e constatam que Dilma conhece com eficiência os temas que aborda.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Eleições 2010: Debate na Record

Acompanhe o debate ao vivo - 2º turno


Instale o Flash Player para assistir a este vídeo




Vox Populi: Dilma tem 49%, Serra 38%, indecisos 7%

Clique na imagem

Candidata do PT ao Palácio do Planalto recuou dois pontos, enquanto tucano oscilou um ponto para baixo; indecisos antes eram 4%
Matheus Pichonelli, iG São Paulo

Pesquisa Vox Populi/iG publicada nesta segunda-feira mostra que, a menos de uma semana das eleições, a candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, mantém a dianteira sobre o tucano José Serra na corrida presidencial. A ex-ministra da Casa Civil oscilou dois pontos para baixo em relação ao levantamento realizado pelo instituto entre os dias 15 e 17 de outubro e agora conta com 49% das intenções de voto. Com isso, ela tem uma vantagem de 11 pontos sobre Serra, que perdeu um ponto e aparece com 38%. O número de eleitores que pretendem votar nulo ou em branco ainda é de 6% - mesmo índice contabilizado na última pesquisa. O Vox Populi apontou, no entanto, aumento do número de eleitores indecisos ou que não responderam ao questionário: de 4% para 7%. Considerando-se apenas os votos válidos, Dilma seria eleita com 57% contra 43% de Serra. De acordo com esse critério, a distância entre os dois candidatos é de 14 pontos, igual à apontada pelo último levantamento. Ainda assim, 88% dos eleitores ainda afirma, porém, que já tem certeza da decisão tomada. O Vox Populi ouviu 3.000 pessoas em 214 municípios, entre os dias 23 e 24 deste mês e, portanto, já refletem a repercussão de episódios que marcaram o debate presidencial na semana passada, como o tumulto em um compromisso de Serra no Rio de Janeiro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob número 37059/10 em 20 de outubro.

Vantagem

A região onde a candidata do PT tem a maior vantagem em relação ao adversário tucano é o Nordeste: 64%, contra 27%. O Sul é a única região em que Serra tem vantagem sobre a petista: 47% a 39%. No Sudeste, onde está concentrada a maior fatia do eleitorado, ela venceria por 44% a 40%. Entre os homens, 53% votam em Dilma e 36% em Serra. Estão indecisos ou votam branco e nulo 10% dos eleitores masculinos. A diferença diminui entre as mulheres. Dilma tem 46% e Serra 40% do voto feminino. Indecisas e votos brancos e nulos somam 14%.Num momento em que temas religiosos ganharam destaques na campanha, a pesquisa aponta também que Dilma venceria o rival entre eleitores católicos (51% a 39%), católicos não praticantes (53% a 35%) e evangélicos (44% a 41%). Entre os eleitores que não têm religião, a vantagem da petista é de 46% a 38%.

PTB PUBLICA NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO – PTB, através do seu representante legal, Presidente da Comissão Executiva Regional do Estado de Alagoas, que esta subscreve, vem de público esclarecer o que segue:

I – A Coligação para o Bem de Alagoas usou indevidamente e sem autorização declarações feitas pela Candidata a Deputado Federal, eleita pelo PTB, Célia Maria Rocha Barbosa, nas quais declinou aliança política ao Candidato Téo Vilela, no segundo Turno das Eleições de 2010.

II – O PTB, no dia 07 deste mês, depois de manifestar irrestrito e incondicional apoio a Ronaldo Lessa, candidato ao Governo do Estado de Alagoas pela Coligação Frente Popular por Alagoas, baixou a Resolução n. 001/2010, disciplinando a fidelidade partidária que deverá ser cumprida por seus filiados no Segundo Turno das Eleições em curso.

III – A candidata eleita pelo PTB, Célia Rocha, ao tomar conhecimento das disposições partidárias, incontinente refez seu posicionamento, retirando qualquer alusão de apoio ao candidato Téo Vilela, passando a acompanhar integralmente a decisão do seu partido.

IV – Portanto, não subsiste nenhum acordo político por parte da Drª Célia Rocha nem de qualquer outro filiado do PTB com o nosso adversário, sendo inverídicas, mentirosas e desonestas as insinuações feitas no Guia Eleitoral da Coligação integrada pelo candidato Téo Vilela.
Maceió, 21 de outubro de 2010.
Fernando Affonso Collor de Mello
Presidente Regional do PTB

Do Blog do Fernando James

Guerra suja e desespero de Serra

A poucos dias da eleição, a campanha de José Serra se aproxima de grupos ultraconservadores e reforça a tática do ódio religioso. O oportunismo político divide a Igreja e vira caso de polícia

Alan Rodrigues e Bruna Cavalcanti - "IstoÉ"

"Eu gostaria de chamar a atenção para este papel que estão distribuindo na igreja. Acusam a candidata do PT, em nome da Igreja. Não é verdade. Isso não é jeito de fazer política. A Igreja não está autorizando essas coisas. Isso não é postura de cristão." Cara a cara com José Serra e sua equipe de campanha, frei Francisco Gonçalves de Souza passou-lhes um pito. O religioso comandava a missa em homenagem a São Francisco, no sábado 16, em Canindé, no sertão cearense. Meia hora após o início do culto, Serra tinha chegado à basílica, onde se espremiam cerca de 30 mil devotos, atraídos à cidade para uma tradicional romaria. O candidato tucano, acompanhado do senador Tasso Jereissati e de outros correligionários, estava em campanha. Em tese, aquele seria um palanque perfeito para alguém que, como Serra, tem peregrinado por templos religiosos se anunciando como um cristão fervoroso. Enquanto ele assistia à missa, barulhentos cabos eleitorais distribuíam panfletos. Os papéis acusavam Dilma Rousseff de defender "terroristas", o "aborto" e a "corrupção". Frei Francisco resolveu reagir ao circo e, então, o que era para ser uma peça publicitária do PSDB transformou-se num enorme vexame. Sob aplausos dos fiéis, o franciscano pediu que Serra e Jereissatti não atrapalhassem a cerimônia e que se retirassem, se não estavam ali para rezar. Jereissatti, descontrolado, passou a gritar que o padre era um petista e tentou subir no altar. As cenas gravadas pelas equipes de tevê de Serra jamais seriam usadas na campanha. A saia-justa em Canindé foi apenas o primeiro sinal de que a estratégia tucana de apelar a preconceitos religiosos e difamação estava começando a dar errado. Um dia depois, no domingo 17, no bairro do Cambuci, região central de São Paulo, a Polícia Federal apreendia dois milhões de panfletos anti-Dilma numa gráfica pertencente à irmã e ao sobrinho de Sérgio Kobayashi, um dos mais influentes coordenadores da campanha do PSDB. A partir daí, pouco a pouco, vinha a público a armação de uma guerra suja comandada pela central de boatos instalada no comitê central de Serra. É a maior campanha de mentiras já montada em uma eleição. Os panfletos apreendidos evidenciavam que os tucanos montaram um bureau especializado em divulgar difamações, reunindo profissionais da mentira com a tarefa de espalharem boatos envolvendo principalmente sexo e aborto.

Leia mais na "IstoÉ" online, clicando aqui... Ou compre a revistas nas bancas para conferir a matéria completa.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

"Panorama Político" desmascara Serra

Por Vicente Limongi Netto, jornalista

Bom jornalismo também é isso: a coluna Panorama Político, do “O Globo” de ontem (21/10),. publicou nota intitulada "Colloriu", provando que Serra usou indevidamente, na televisão, como se fosse criação sua, o “Seguro Defeso” para pescadores artesanais. A notícia informa que a iniciativa, usada fartamente no programa eleitoral do PSDB, na verdade é do governo Collor. O tucano também vem falando que criou o “Seguro Desemprego”. Na Verdade, foi criado em 1986, quando Sarney ocupava a Presidência da República. Foi instituído junto com o Plano Cruzado pelo decreto-lei nº 2.284, de 10 de março de 1986. Passou a ser concedido aos trabalhadores após a sua regulamentação, que ocorreu 40 dias depois, pelo decreto nº 92.608, de 30 de abril do mesmo ano. No debate da Rede TV, José Serra voltou a mentir novamente quanto a criação da rede de hospitais Sarah. Ele disse ter construído o hospital do Rio de Janeiro. Mentira. Foi também obra de Sarney. E Serra ainda tem o cinismo de criticar Collor e Sarney na televisão. Precisa, isto sim, de muito óleo de peroba nas fuças. A propósito, a candidata Dilma deveria usar o assunto para desmascarar Serra. O candidato não deixa por menos: tudo de bom no Brasil, inclusive o sol, o mar e o carnaval, foi ele quem fez. Deve ter algum problema freudiano: admiração e inveja de quem tem o que ele não tem, amor-ódio.

Dilma em ascensão, Serra, em queda na reta final


Ela tem 50% e ele, 40%, aponta Datafolha

Na última pesquisa Dilma aparecia com 47%, enquanto Serra tinha 41% dos votos totais

iG São Paulo

A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta mostrou que a canditada do PT Dilma Rousseff tem 50% das intenções de votos contra 40% do tucano José Serra, quando contabilizados os votos totais. Brancos, nulos ou nenhum registraram 4% e os indecisos 6%. Quando apurados os votos válidos (excluídos indecisos, nulos e brancos), a candidata do PT tem 56% contra 44% do candidato do PSDB. Em relação a última pesquisa divulgada na semana passada a candidata Dilma tinha 54% e Serra 46%. A pesquisa praticamente repete a última rodada do Vox Populi/iG, que deu 51% das intenções de voto para Dilma Rousseff e 39% para José Serra. Quando a pesquisa Vox Populi foi divulgada, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, desferiu acusações contra o instituto. Há uma certa expectativa em torno do que o tucano vai dizer agora. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 36.536/2010. O Datafolha entrevistou 4.037 pessoas em 243 cidades. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


Veja também:

Unidos pelo povo de Alagoas e por Dilma presidente

Com espírito público e responsabilidade política, os senadores Fernando Collor (PTB) e Renan Calheiros (PMDB), ambos peças chaves do governo Lula, participaram juntos na noite de quarta-feira de um ato de apoio ao candidato ao governo de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT), em Arapiraca.

A união de Collor e Calheiros foi comemorada por Lessa em seu discurso. "Estamos juntos para derrotar este governo que está aí", disse o candidato, que disputa o segundo turno com o governador Teotônio Vilela (PSDB). Não faltaram também, no discuso dos três, pedidos de votos para a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. “O Lula deu toda a demonstração da diferença do atual quadro econômico do país em relação ao passado e Alagoas precisa entrar no ritmo do desenvolvimento. Ronaldo é Dilma são a garantia de que vamos ter um Estado melhor”, falou Calheiros. Em sua participação, Collor aumentou o tom das críticas contra o governo tucano no Estado. "Esse governador além de preguiçoso, também é mentiroso, porque a maioria das obras que ele anuncia como sua, na verdade não teriam chegado aqui sem o empenho do senador Renan Calheiros, da bancada federal. As placas espalhadas pelo Estado dizem que são obras do governo do Alagoas, mas são todas com recursos do governo federal", argumentou. Ele também disse que o que o uniu a Calheiros e Lessa foi o fato de todos estarem na base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Observatório do Limongi

Justiça Indigna com Hélio Fernandes

Um absurdo que precisa ser revelado, denunciado e destacado: há quase 9 meses o STF decidiu, por unanimidade, que a União pague indenização de 10 milhões de reais ao jornal carioca Tribuna da Imprensa. Até hoje o jornalista Hélio Fernandes, preso, confinado, cassado e perseguido pela ditadura e pelos hipócritas poderosos de plantão, não recebeu um centavo. Pobre Brasil onde uma decisão da Suprema Corte não é cumprida. Como confiar, então, nesta justiça tão melancolicamente injusta e covarde?

O jumento Arnaldo Jabor não se emenda.

É mesmo irrecuperável. Caso de psiquiatria com camisa-de-força. Usa seus bolorentos artiguetes para insultar a candidata Dilma. Jabor é pau mandado da tucanada venal e hipócrita. Desesperada porque a derrota de Serra para Dilma é inevitável. Bobagem criar factóides e inventar acusações.

“Dilma é o caminho, Serra, o pedágio” (Georges Bourdoukan).

Por Said Dib

O comentário é pertinente, pois Serra levou São Paulo para a Idade Média no que se refere aos transportes, quando cada senhor cobrava em seu próprio feudo pedágios para os transeuntes, inviabilizando a livre circulação de mercadorias e pessoas. Um desastre para a noção de "Estado moderno"


pitacosgenericos.blogspot.com

Ibope: Dilma na frente no 2º turno

Clique na imagem

Na média nacional, Dilma tem 56% dos votos válidos, contra 44% de Serra.

Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Ibope divulgou, na noite desta quarta-feira (20) nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. Na média nacional, segundo o levantamento, a candidata petista Dilma Rousseff tem 56% dos votos válidos, contra 44% do tucano José Serra. Na pesquisa anterior, divulgada no último dia 13, Dilma tinha 53% dos votos válidos, e Serra, 47%.
Além dos números gerais, o Ibope também calculou o percentual alcançado pelos candidatos em segmentos do eleitorado, como sexo e regiões do país [veja as intenções de voto nesses segmentos no quadro ao lado].
Eleitorado masculino e femininoEntre os votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos) de eleitores do sexo masculino, Dilma aparece com 58% das intenções de voto, contra 42% de Serra. Na pesquisa anterior, do último dia 13, Dilma tinha 56%, e Serra, 44%.
Já entre as mulheres, a petista tem 54% dos votos válidos, e Serra, 46%, segundo o Ibope. No levantamento anterior, Dilma e Serra tinham 50% cada um.
Nos votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 53% das intenções de voto dos eleitores do sexo masculino, contra 39% de José Serra. Brancos e nulos somam 5%, e indecisos, 3%.
Na pesquisa anterior, esses índices eram de 52% para a petista e 40% para o tucano. Brancos e nulos somavam 5%, e indecisos, 3%.
No eleitorado feminino, Dilma aparece com 48% das intenções de voto, e Serra, como 41%. Entre as mulheres, brancos e nulos totalizam 5%, e indecisos, 6%.
No último levantamento, os dois candidatos tinham, individualmente, 46% das intenções. Brancos e nulos eram 4%.

Leia mais no G1...

Na Tribuna da Imprensa

Conversa com Limongi, que ataca Serra e defende Dilma, Collor e Sarney

Vicente Limongi Netto: “Saída torpe, injusta e burra de um irritado Serra, quando é acuado por Dilma nos debates, é dizer que a candidata petista tem como aliados Collor e Sarney. E daí, cara pálida? Serra não é melhor ou superior em nada aos dois ex-presidentes. E ainda vem exortar união, paz e amor. Como muitos adversários de Lula e Dilma, Serra é movido por ressentimento e rancor.Jamais pode ser esquecido, é preciso reiterar sempre para os esquecidos e magoados, que foi Collor quem abriu a economia brasileira ao mercado internacional. Sarney, por sua vez, foi o chefe da Nação que redemocratizou o país. Ambos são senadores, eleitos pelo povo, merecem respeito daqueles que, realmente, sem hipocrisia e patrulhamento, desejam fazer política com grandeza e espírito público. No debate de domingo, mais uma vez Dilma mostrou que conhece os problemas que afligem a população e tem competência para resolvê-los. Outra bobagem de Serra que já cansou: insistir em desqualificar Dilma.”

Comentário de Helio Fernandes:

É bom quando alguém defende suas idéias, e as coloca em público, sujeitando-as à controvérsia. Isso é ótimo. Você deve ter aprendido com sua mãe, Dona Alcy, atuante e atenta aos 94 anos. Por favor, dê um beijo nela, com todo carinho.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

PF diz que Folha de SP mentiu ao inventar conclusões que a investigação não chegou


Em nota divulgada agora à tarde, a Polícia Federal desmentiu o jornal Folha de S. Paulo desta quara-feira (20), que estampou, em manchete, o seguinte título: PF liga quebra de sigilo fiscal de tucano à pré-campanha de Dilma. Segundo a nota, a PF concluiu que a quebra de sigilo ocorreu entre setembro e outubro de 2009 (quando não havia pré-campanha) e que o levantamento das informações foi utilizado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr. no interesse de investigações próprias. A nota diz ainda que não foi comprovada a utilização dos dados em campanha política. A resposta da Polícia Federal foi clara: "refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação".A manchete da Folha serve à rede de difamação e calúnias da campanha de José Serra, que usa a internet, o telemarketing, e a imprensa demo-tucana , e foi estampada como um anúncio para ser usada no horário eleitoral na TV do tucano.

Eis a íntegra da nota da PF:

Brasília/DF - Sobre as investigações para apurar suposta quebra de sigilo de dados da Receita Federal, a Polícia Federal esclarece que:

1- O fato motivador da instauração de inquérito nesta instituição, quebra de sigilo fiscal, já está esclarecido e os responsáveis identificados. O inquérito policial encontra-se em sua fase final e, depois de concluídas as diligências, será encaminhado à 12ª Vara Federal do Distrito Federal;

2- Em 120 dias de investigação, foram realizadas diversas diligências e ouvidas 37 pessoas em mais de 50 depoimentos, que resultaram, até o momento, em 7 indiciamentos;

3- A investigação identificou que a quebra de sigilo ocorreu entre setembro e outubro de 2009 e envolveu servidores da Receita Federal, despachantes e clientes que encomendavam os dados, entre eles um jornalista;

4- As provas colhidas apontam que o jornalista utilizou os serviços de levantamento de informações de empresas e pessoas físicas desde o final de 2008 no interesse de investigações próprias;

5- Os dados violados foram utilizados para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política;6- A Polícia Federal refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Comício de Dilma e Iris em Goiânia - ao vivo

Clique no botão com a seta para assistir:



Pelé é o Máximo

Merecidamente Pelé é respeitado no mundo todo. Tão famoso quanto a Bíblia ou a Coca-cola. Portanto, quem como eu, perto dos 66 anos de idade, que teve o privilégio de ver Pelé literalmente comer a bola, seguramente se encantará com a série de matérias do jornalista João Máximo, que O Globo faz muito bem em publicar a partir de hoje, dia 19. Bastaria aos mais céticos recordar e salientar definições de outros dois monstros sagrados sobre Pelé, registradas por João Máximo no alto da página:"A diferença entre eu e Pelé? Fácil. Eu fui craque, e ele é gênio", Leônidas da Silva, inventor do gol de bicicleta e "Pelé trata a bola por você. Já a bola o chama de vossa excelência". Mestre Didi, inventor da folha seca, inspirador de outro fabuloso craque, Gerson, o canhotinha de ouro, que, por sinal, também faz 70 anos dia 11 de janeiro. Deus cuida bem de Pelé e Gerson.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Observatório do Limongi

Comportamento leviano e burro de Serra

Saída torpe, leviana, injusta e burra, de um irritado Serra quando é acuado por Dilma nos debates, é dizer que a candidata petista tem como aliados Collor e Sarney. E daí, cara pálida? Serra não é melhor ou superior em nada aos dois ex-presidentes. E ainda vem exortar união, paz e amor. Como muitos adversários de Lula e Dilma, Serra é movido pelo ressentimento e rancor. Jamais pode ser esquecido, é preciso reiterar sempre para os esquecidos e magoados, que foi Collor quem abriu a economia brasileira ao mercado internacional. Sarney, por sua vez, foi o Chefe da Nação que redemocratizou o país. Ambos são senadores, eleitos pelo povo, merecem respeito daqueles que realmente, sem hipocrisia e patrulhamento, desejam fazer política com grandeza e espírito público. No debate de ontem Dilma mostrou, mais uma vez, que conhece os problemas que afligem a população e tem competência para resolvê-los. Outra bobagem de Serra que já cansou: insistir em desqualificar Dilma.

Não troco Lula por um balaio de ferreiras gullares

Gullar é um veterano patrulheiro. Fez curso em Moscou. Voltou como líder dos patrulheiros ideológicos, época de 60, 70. Não me engana. Mudou apenas de idade. Engana trouxas, desinformados e jovens deslumbrados. Não vejo moral em Gullar para insultar Lula, que, gostem ou não, tem muitos méritos, sobretudo por ser ex-metalúrgico que chegou à Presidência da República por suas qualidades e esforços. Duvido que na época da ditadura, Gullar se atrevesse a criticar o militares. Ao contrário, ele e outros valentões, colocaram o rabinho entre as pernas. E cara alegre. Síntese: não troco lula por um balaio de ferreiras gullares.

José Serra quer se apropriar das criações do ex-presidente José Sarney


Por Hostilio Caio Pereira da Costa - Do Blog Metendo o Bedelho

Uma das mentiras mais deslavadas do tucano José Serra foi ter alardeado que foi ele o criador do seguro-desemprego no Brasil. Na época da criação desse seguro, José Serra era apenas secretário de Economia e Planejamento do governador Franco Montoro, como bem lembrou o ex-presidente da república José Sarney, numa entrevista à Folha de São Paulo, publicada em 10 de agosto de 2002. “Não sei de onde ele tirou que criou o seguro-desemprego”, disse Sarney. Na Verdade, o seguro-desemprego foi criado em 1986, quando Sarney ocupava a Presidência da República. Foi instituído junto com o Plano Cruzado pelo decreto-lei nº 2.284, de 10 de março de 1986. Passou a ser concedido aos trabalhadores após a sua regulamentação, que ocorreu 40 dias depois, pelo decreto nº 92.608, de 30 de abril do mesmo ano.Ontem, no debate da Rede TV, José Serra voltou a mentir novamente quanto a criação da rede de hospitais Sarah. Ele disse ter construído o hospital do Rio de Janeiro. Mentira. Posso afirmar isso, pois trabalhei por 12 na Rede Sarah, de 1984 a 1996, isso em Brasília e São Luís, e conheço bem a história daquela Fundação. Num artigo anterior editado nesse blog, digo que muitos maranhenses desconhecem que o José Sarney foi o responsável pela vinda do Hospital Sarah para São Luís, pois o mesmo sempre fez parte do Conselho da extinta Fundação das Pioneiras Sociais, que administrava o Hospital Sarah de Brasília especializado em doenças do aparelho locomotor, o de Belo Horizonte especialização geral e o CGLGL do Rio de Janeiro especializado em ginecologia. Tornando-se Presidente da República ouviu, valorizou e colocou em prática a proposta do Presidente das Pioneiras Sociais, Dr. Campos da Paz, que pretendia construir hospitais especializados no aparelho locomotor em pontos estratégicos no Brasil, onde São Luís não fazia parte, mas o então Presidente mostrou que São Luís ficava num ponto estratégico, onde beneficiaria os estados vizinhos nordestinos e o Tocantins, aprovando ainda em sua gestão, a construção de uma unidade em Salvador, outra em Curitiba, Fortaleza, Belém e especializando o de Belo Horizonte para as doenças do aparelho locomotor. No ano passado, a Rede de Hospitais Sarah Kubitschek foi homenageada no Senado pelos seus 48 anos de existência. O requerimento de homenagem foi apresentado pelo senador Garibaldi Alves Filho. Na oportunidade, o idealizador da rede também falou na sessão. Campos da Paz lembrou que, quando Sarney criou a Rede Sarah, por decreto, esta não existia de fato, e os hospitais foram então sendo implantados.


Saiba mais sobre a história do presidente Sarney:

O presidente do Senado na história política brasileira

Sarney: uma vida dedicada ao Brasil

20 anos de Redemocratização

A Nova República na visão de seus atores

25 anos de Democracia

Uma lei de conteúdo social abrangente e perene

Sarney governador

Sarney escritor

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ao Vivo - Dilma em São Paulo... - #dilmanarede

Tucanada: campanha cínica prega a ética

O PT sempre foi partido de lutas e conquistas. A forte e aguerrida militância petista supera todos os obstáculos na reta final. Creio que o PT não vai fraquejar diante das conversas fiadas de Serra e FHC, que agora surgiu das tumbas. Analistas amestrados dizem que Dilma continua precisando de Lula, como se Serra pelo visto não precise de FHC. Os debates que restam serão importantes para o tira teima entre Serra e Dilma. Serra se aproxima de Dilma, o que não significa que vá vencer as eleições. Enquanto isso, na internet, a tucanada continua caluniando Dilma. Mesmo assim, cinicamente e covardemente, pregam a ética.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Senado Federal

Nota à Imprensa

Data:10.10.10
Veículo:
O Estado de S. Paulo


Presidência do Senado contesta declaração de Aloysio Nunes

A Presidência do Senado contestou, em nota à imprensa, a declaração irresponsável e leviana do senador-eleito, Aloysio Nunes Ferreira, de que o presidente do Senado, José Sarney, teria tentado impedir a Procuradoria Geral da República (PGR) de investigar atos não publicados pelo Senado. A afirmação de Nunes foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo na edição deste domingo.
Leia a da nota emitida pela Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado nesta segunda-feira (11).

E S C L A R E C I M E N T O

Esclarecimento público

Não é verdadeira a declaração do senador-eleito Aloysio Nunes Ferreira – em entrevista ontem(10.10) publicada no “O Estado de São Paulo” - de que o Presidente do Senado, Senador José Sarney tenha proibido a Procuradoria Geral da República (PGR) de investigar os que ficaram conhecidos como Atos Secretos.
Como é de conhecimento público, no ano passado a Presidência do Senado incumbiu a Fundação Getúlio Vargas de proceder a estudos para reforma administrativa da Casa. Foram os consultores da FGV os que em primeiro lugar identificaram a existência de atos não publicados, conforme divulgado à imprensa em entrevista coletiva em 12.5.2009.(documento FGV)
Diante dessa constatação, o Presidente do Senado determinou a instauração de uma Comissão de Sindicância e a abertura de inquérito pela Polícia do Senado. Em 19 de junho de 2009, o Presidente José Sarney dirigiu ofício ao Procurador-Geral da República, solicitando a designação, com a máxima urgência, de membro do Ministério Público para acompanhar a Comissão de Sindicância acima referida.(oficio a PGR – 19/06/09)
No dia 6 de julho de 2009, em novo ofício à PGR (ofício a PGR – 06/07/09), a Presidência do Senado encaminhou, para as providências cabíveis, cópia do referido Processo Administrativo e respectivas conclusões. A decorrência dessas solicitações levou à abertura de Inquérito Civil (nº 1.16.000.001865/2009-14)Desde então, a PGR já encaminhou ao Senado Federal mais de 15 ofícios de solicitação de informações sobre diversos temas relacionados à questão, tendo todos sido respondidos. A última dessas respostas ocorreu em 3 de agosto de 2010.(ofício a PGR – 03/08/10)
Cabe informar, adicionalmente, que o processo de reforma administrativa da Casa está sendo conduzido pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em subcomissão coordenada pelo Senador Tasso Jereissati.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado


Documentos, notas e informações oficiais sobre a crise de 2009.

Medidas adotadas por Sarney para a reforma do Senado

Atos e Ofícios

Para mais informações, clique no banner abaixo...

domingo, 10 de outubro de 2010

Itamar lamentável

A melancólica entrevista de Itamar Franco à FSP contém tanta bobagem que a comparação é inevitável: parece um prato rachado, com resto de comida que não cabe na lata do lixo. O único jeito é dar aos porcos.

sábado, 9 de outubro de 2010

Observatório do Limongi

O programeco de Serra na televisão ficou pior. Canalhas e incompetentes tucanos agora insistem em caluniar a candidata Dilma. É o pavor da derrota tomando conta dos gênios de meia pataca do PSDB. Já que Serra se diz do bem, coitado, que blasfêmia, deveria ser o primeiro a repudiar atitude tão baixa e covarde contra Dilma. As aves de rapina tucanas também jogam as patas em Collor. Pobres diabos sem moral ou autoridade nem para engraxar os sapatos do ex-presidente e senador.

***

Mais um Santo na praça. O ex-candidato do PV ao governo de Brasília, Eduardo Brandão. Das duas uma: o esperto senhor mora noutro planeta ou nos toma como idiotas. Declara que o PV apoiará Agnelo no segundo turno, sem interesse por cargos. Morro de rir.


***

O Polo Industrial de Manaus fechou os 8 primeiros meses do ano com faturamento de 21,653 bilhões de dólares, resultado 44,84% superior ao obtido no mesmo período de 2009 e 3,36% maior que o alcançado no mesmo tempo de 2008, quando o Polo de Manaus chegou a números recordes.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Dilma lidera intenções de voto para o segundo turno, diz Datafolha


De acordo com a última pesquisa de intenção de voto para a sucessão presidencial divulgada antes do primeiro turno, a petista Dilma Rousseff lidera a disputa para o segundo turno com 52% das intenções de voto. O já adversário tucano, José Serra, aparece com 40%. O levantamento, realizado em 1º e 2 de outubro, aponta ainda que os votos brancos e nulos atingem 5%, enquanto os indecisos são 3%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O instituto ouviu 20.960 eleitores, e a pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 33.480/2010. No primeiro turno, Dilma obteve 47.651.434 votos (46,91% dos votos válidos) e Serra chegou a 33.132.283 (32,61%). Os dois voltam a se enfrentar em 31 de outubro.
EBAND

Ainda bem que FHC existe.

O que seria de nós, pobres mortais, sem a sábia presença do ex-presidente, com suas oportunas lições? O homem sabe tudo. Nada escapa da sua visão enciclopédica. Creio que o mundo inteiro deve guardar a mais nova opinião de FHC, comparando Lula com Mussolini. Claro, só FHC frearia os ímpetos do ditador italiano. Pena realmente para a humanidade que FHC não tenha conhecido Mussolini. Nem Hitler. Apenas com aquele olhar profundo de gênio, FHC calaria Hitler e Mussolini. Lula, coitado, por sua vez, com perto de 80% de aprovação popular, vai em frente, procurando absorver as fantásticas ilações de FHC. Toda vez que FHC abre a boca, tem festa nos redutos de Lula e Dilma.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Collor mantém coerência e declara apoio a Dilma e Lessa

O senador Fernando Collor de Mello (PTB) e o candidato ao governo do Estado de Alagoas Ronaldo Lessa (PDT) agora juntos. Em coletiva bastante prestigiada por líderes de 14 agremiações partidárias que agora passam a compor a base aliada da Frente pelo Bem de Alagoas, os dois líderes políticos garantiram que a aliança formalizada nesta quinta-feira (07) tem como pilares seus partidos fazerem parte da base de sustentação do governo Lula e de apoio à candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) e o desejo de mudar a atual gestão que administra o Estado. “O caminho do PTB não poderia ser outro que não apoiar a candidatura de Ronaldo Lessa. Alagoas, que tanto nos infelicitou nesses últimos quatro anos, não pode ver esse governo renovado por mais quatro anos. A candidatura de Ronaldo é, neste momento, a alternativa correta para que os alagoanos reencontrem o seu verdadeiro caminho e o Estado, os desenvolvimentos social e econômico. Teremos, com a sua eleição, a postura de governança correta com as classes políticas e com as diferentes instâncias de poder e, claro, a nossa população terá renovadas as esperanças quanto ao futuro”, disse Fernando Collor, ao anunciar a nova aliança. Ao justificar a parceria, o petebista lembrou que o partido do qual é presidente regional, o PTB, faz parte da base de sustentação do governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva. “Esse é o nosso principal ponto de convergência. Apoiamos uma administração que nos deixa envaidecidos, que emprestou dinheiro ao FMI e que permite o crescimento do Brasil a uma taxa de 7,5%, uma das maiores do mundo, perdendo apenas para a China e para a Índia”, defendeu.

Leia a matéria completa...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Marina, a tiririca do Serra, não tem voto na Amazônia

Por Said Barbosa Dib*

Não se sabe o motivo pelo qual a imprensa amestrada de sempre está dizendo que Dilma e Serra têm que pedir apoio da candidata do PV no segundo turno, como se a votação que a Lady Osmarina recebeu fosse o reflexo de sua força política real. Não é. Marina não tem voto. Isto é uma tolice. Marina não tem controle nenhum sobre os 19,33% do eleitorado brasileiro que, por simples gozação, por pura sacanagem, por estarem de saco cheio, tiveram a irresponsabilidade (ou a criatividade?) de votar nela. Marina foi apenas o tiririca do Serra para forçar o segundo turno. Estratégia, aliás, muito bem feita. Foram quase vinte milhões de bem humorados sacanas gozadores – ou até de convictos críticos – que, pragmaticamente, quiseram protestar contra a falsa dicotomia entre tucanóides e petistas, que, numa análise menos passional, não passam de farinha do mesmo saco. Ou até de pessoas que, mesmo reconhecendo aspectos pontuais do assistencialismo de Lula, estavam cansadas da arrogância cultivada do presidente-deslumbrado, que governou oito anos, mas não fez o que tinha que fazer: acabar com a mamata dos rentistas que especulam com a dívida pública em detrimento do Brasil. A idéia que permeou o voto dessa gente brincalhona foi o fenômeno “macaco tião”. Osmarina foi o “macaco tião' de roupas e chales “humildes”. Algo como: “vamos votar na Dilma, vamos evitar o retrocesso tucanóide, mas vamos dar um susto no Lula, dando-lhe uma tiririca para se preocupar”.
Mas, a verdade é que dona Marina Osmarina Silva, que tem o hábito repugnante e demagógico em querer parecer como uma espécie de “Madre Teresa de Calcutá” da Amazônia, não passa de uma farsa, uma piada de muito mau gosto. Um escárnio, principalmente para seus conterrâneos amazônidas, os milhares de caboclinhos sofridos, trabalhadores honrados e batalhadores, eternamente ceifados em seus sonhos pelas políticas pseudo-ambientalistas e malthusianas estrangeiras. Brasileiros eternamente proibidos de obterem um mínimo de acesso ao progresso e às conquistas da Civilização, como saneamento, transporte digno, acesso à internet, estradas asfaltadas, hospitais modernos, luz elétrica, etc.. Naquela região, que ela diz defender, Marina é sinônimo de atraso e desumanidade. A prova disso, veio agora com a divulgação dos resultados das últimas eleições. Osmarina, teoricamente, deveria ser a representante dos caboclinhos amazônidas, pela sua origem cantada em prosa e verso por ela mesma. Deveria. Mas, desses, não obteve votos. Não enganou ninguém. E nem poderia, pois o verdadeiro amazônida, descendente de levas e levas de nordestinos destemidos e de índios guerreiros, não engole a farsa internacionalista que quer colocá-los como animais bizarros, presos em zoológicos humanos para satisfazer a curiosidade de turistas, hipporongas e aposentados dos países desenvolvidos. Em toda a região amazônica, Osmarina não teve votos porque é uma farsa. É isso mesmo. No Acre, sua terra natal, onde começou seu carreirismo político se aliando às ONGs internacionais, onde começou suas relações suspeitas com a transnacional “Natura”, em detrimento de seu próprio povo, Osmarina obteve apenas 81.102 votos (23,45%), atrás de Dilma, que obteve 82.733 (23,92%); e bem atrás Serra, com 180.252 votos (52,12%). Lá, ela perde até para a abstenção, que foi 106.957(22,73%). Em Tocantins, Rondônia, Roraima e Pará, ficou também em terceiro. Em Tocantins, 146,151 votos (20,56%). Em Rondônia, 100.292 (12,71%), e Roraima, com 41.784 (18,87%). No Pará, também ficou em terceiro, com apenas 13,39% (474.841 votos). No Maranhão, estado com uma parte do seu território também na Amazônia Legal, Osmarina obteve também o terceiro lugar, com apenas 13,59% do eleitorado (400.048 votos). No Amazonas, onde teve o resultado menos ruim, por causa da atuação mais sistemática dos organismos internacionais, chegou num sofrível segundo lugar, com 25,71% (392.170). Por que, por cargas d´agua, a moça, defensora da Amazônia, não tem votos na Amazônia? A resposta é óbvia e nem precisa ser formulada...
Mas, nos estados urbanizados, com economias altamente desenvolvidas, com classes média e alta fortes (com seus filhinhos com acesso à internet, cursos de inglês e viagens internacionais constantes, globalizados e pouco preocupados com problemas ecológicos nas favelas próximas), a santa-do-pau-ôco obteve ótimos resultados. Sintomático, não? É o caso de Brasília e Rio de Janeiro. O apoio “politizado” dos ecologistas de alfalto, bebedores de Whisky, de Copacabana, Ipanema e Lelon, foi ostensivo; e dos ambientalistas cosmopolebas, porra locas de todos os gêneros, do Lago Sul, também. Por isso, Marina obteve em Brasília o primeiro lugar, com 41,96% (611.362). No Rio, segundo, com 31,52% (2.693.130). Claro! Conclusão: Serra e Dilma têm mais é que se mostrar mais claramente acerca dos rendimentos, das condições de trabalho e das reivindicações dos aposentados, dos policiais, dos profissionais da saúde e dos professores. Não precisa ficar babando ovo da “farsa Marina”. Esta não passa de uma tiririca que alavancou Serra para o 2º turno. E quanto aos que, por piada, votaram nela, vamos lembrar que 2º turno a coisa é séria... Chega de brincadeira.

*Said Barbosa Dib é historiador e analista político em Brasília

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Collor agradece votos no twitter

Fernando Collor de Mello (PTB) agradeceu aos seus eleitores no twitter na manhã de hoje: : “Muito obrigado, Alagoas, pelos 389.337 votos de confiança”. Collor finalizou o pleito na terceira colocação com 28,81%. Fernando Collor – que chegou a liderar pesquisas em Alagoas, com ampla vantagem em relação aos adversários – foi surpreendido pelas urnas. Em Alagoas, terá segundo turno em disputa entre Teotonio Vilela Filho (PSDB) e Ronaldo Lessa (PDT). O petebista retorna agora às atividades na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal. Em relação a apoios no segundo turno, ainda não há um posicionamento oficial. Na noite de ontem, dia 3, chegou a ser especulada uma coletiva do senador petebista, mas ainda não há decisão oficial sobre um pronunciamento.

domingo, 3 de outubro de 2010

Está quase chegando. Faltam 5.160 votos apenas, de 10.030 que restam ser apurados (0,49%)

Clique na imagem para ampliar

Faltam apenas 5.172 votos de um universo ainda não apurados de 71.476 (3,51%)


Juíza desmente informações divulgadas pelo Cada Minuto

Site teria anunciado mandado de prisão contra o candidato Fernando Collor

Gazetaweb

A juíza da 19ª zona eleitoral, Francisca Arlinda, de Santana do Ipanema, desmentiu as informações divulgadas pelo site Cada Minuto, que publicou uma matéria alegando que a magistrada teria expedido um mandado de prisão contra o senador e candidato ao governo do Estado, Fernando Collor de Mello. A juíza rebateu que não houve nenhuma denúncia confirmada contra o senador e, portanto, “não existe mandado, e nem poderia existir”.

“Não há mandado contra Fernando Collor. Alguém veio aqui com uma denúncia de que o candidato iria fazer uma mobilização, mas ele desceu no helicóptero e, pouco depois, subiu novamente. A Polícia Federal foi acionada para apurar a denúncia, mas fez todo o giro e não encontrou nenhuma caminhada. Não houve crime, portanto não há mandado contra ele”, explicou. A magistrada acrescentou que a legislação eleitoral proíbe qualquer prisão no período de cinco dias antes ou 48 horas após o pleito, a não ser em casos de flagrante delito.

O juiz corregedor da Justiça Eleitoral, Raimundo Campos, também reforçou não ter recebido qualquer informação sobre ‘mandado de prisão’ contra o candidato. “Desconheço totalmente a notícia”, informou. O juiz confirmou que não há possibilidade de haver mandado de prisão sem que o flagrante se configure. Raimundo Campos acrescentou que, mesmo que Fernando Collor tivesse transmitido alguma informação de que iria fazer a campanha [como noticiado no site Cada Minuto], só poderia receber mandado de prisão caso estivesse, de fato, praticando a mobilização, o que não foi o caso.
A assessoria do candidato apresentou, ainda, uma certidão emitida pelo próprio Tribunal Regional Eleitoral, garantindo que o candidato não foi preso, nem há mandado de prisão em seu desfavor.

Apurados 95,07%, agora faltam 5.667 votos, com 100.333 restantes


Eleições 2010: ESTÁ CHEGANDO? Faltam apenas 6.276 votos de 113.920 retantes


Eleições 2010: faltam 7.954 votos


Clique na imagem para ampliar

Eleições 2010: Governo do Estado

Clique na imagem para ampliar

Eleições 2010: Governo do Estado

Clique na imagem para ampliar

Calma, pessoal. O eleitorado de Alagoas é de 2.033.483 de cidadãos. Foram apurados 1.588.517 (78,12%). Ainda faltam 444.966 (21,88%), mas não se pode esquecer que as urnas dos centros urbanos foram conferidas primeiro. Agora, o interior e os subúrbios podem revelar a grande surpresa. A diferença é muito pouca. Ronaldo Lessa tem 301.846 (28,93%). Collor 292,314 (28,02%). Ainda há esperança para Collor no segundo turno. Eu aposto nisso. Fiquem de olho. Outras informações daqui a pouco. Vamos torcer...

Collor vota acompanhado pela família

Fernando Collor votou no colégio católico Imaculada Conceição, na orla marítima de Maceió, por volta de 10h. Ele estava acompanhado da mulher e das filhotas gêmeas, que estavam com adesivos do candidato colados no vestido.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Serra no debate da Globo: mais um tiro no pé

Como era esperado, Dilma não deu a menor importância ao Serra, no debate final, na Globo. Serra fez de tudo para provocar Dilma, tentando monopolizar o debate entre os dois. Em vão. Ponderada, não deixando nada sem resposta, Dilma também foi veemente e firme quando foi preciso. Serra novamente errou feio, querendo comparar a biografia dele com as obras sociais de Lula. Tiro no pé. Dilma vai vencer Serra em todos os Estados, em todas as regiões, em todas as camadas sociais, com exceção dos muitos ricos. Dilma também vencerá entre as mulheres, acabando com a tolice de que mulher não vota em mulher.

Está em suas mãos...

Dia 3 de outubro você tem um encontro marcado com a sua consciência, diante da urna você vai decidir o futuro de seus filhos, de sua família, o seu futuro. Vai escolher se quer uma educação moderna de tempo integral para os jovens ou se pretende continuar com nosso estado com o maior número de adultos analfabetos e o pior colocado no Enem. Está na sua mão. VOCÊ DECIDE!

Fernando Collor de Mello

José Sarney


O erro da oposição

A prática de eleições nos fornece algumas leis fundamentais, a primeira delas a de que não se pode fazer uma campanha sem discurso. Os resultados que estamos vendo agora comprovam esse axioma. Desde o princípio estava claro o discurso Lula-Dilma: a continuidade baseada em resultados do governo, que iam dos índices sociais até o patamar internacional alcançado pelo Brasil. José Serra mostrou uma fantástica obstinação para ser candidato sem ter nenhum discurso preparado para um embate dessa envergadura. Sua mensagem foi ultrapassada e fora de moda: o seu governo de São Paulo e a promessa de repeti-lo no Brasil. Essa foi sempre a cantilena dos candidatos de São Paulo, sem uma visão abrangente do País. No Nordeste, cada vez que se repete isso, aumenta o ressentimento do primo pobre. E esse erro é tão arraigado que eu ouvi de Quércia, quando disputou a sucessão de Fernando Henrique, e eu lhe disse que era difícil combater o Plano Real e seus números altos de pesquisa: “Fale comigo depois que começarem os meus programas de televisão e eu mostrar o que fiz por São Paulo.” Foi essa visão paulista e o êxito do seu governo que convenceram Serra a ser tão candidato. Sua visão é a mesma visão paulista de Quércia, de Alkmin e de Adhemar. O único candidato paulista que rompeu essa deformação foi Jânio Quadros, porque fugiu dela, não totalmente, mas juntando ao argumento de bom governo o discurso udenista do moralismo. E foi este que lhe deu a vitória, que teve como símbolo a vassoura. FHC não tinha sido governador e não foi um candidato de S. Paulo. Foi da economia e de Itamar. Por outro lado a estratégia montada pela oposição foi errada, equivocada e quase primária. Quando Lula chegou ao poder, 65% do PMDB era contra ele. O partido tinha sido aliado do Serra com direito a vice, a deputada Rita Camata, excelente nome. Talvez seduzido pela posição da imprensa, que nunca é uma posição política e vive muito do questionamento dos governos, o PSDB escolheu o PMDB para colocá-lo como um partido fisiológico e todo ele contaminado pela doença do governismo. O resultado foi unir o Partido e deixá-lo apenas com uma saída: uma composição com o governo. E nisto a sedução do presidente Lula funcionou a todo vapor, com o instrumento que é o motor do regime democrático: o diálogo. O resultado foi que o chefe da secção dissidente do PMDB saiu vice de Dilma e todo o partido uniu-se em torno do seu nome. Os novos dissidentes foram inexpressivos. E a única via de alternância passava pelo PMDB. O PSDB fechou-a, na demonização que lhe fez. Quanto ao DEM a história é outra. Sua doença foi a inanição. Foi perdendo todos os seus políticos, e os teve em certo tempo, os melhores do país. Quando morreu Antonio Carlos Magalhães tive oportunidade de dizer: “Morreu o último grande político da oposição. Agora o DEM vai desaparecer e o PSDB não vai mais respeitá-lo.” Aconteceu. O único que se salvou do incêndio foi Aécio. Sua performance foi gol de placa. As montanhas de Minas não o impediram de ver a realidade e que sem discurso não se ganha eleição.

José Sarney foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes. Tudo isso, sempre eleito. São 55 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa

jose-sarney@uol.com.br

Collor 14: Campanha bonita. Campanha vitoriosa.



Clique em http://www.collor14.com.br/galeria/ para ver mais fotos.


Ouça os jingles



Collor segue na frente. Forças do atraso têm disputa acirrada pelo segundo lugar


Collor 31%, Téo 26% e Lessa 24%

Fernando Collor mantém tendência de ascensão, crescendo um ponto percentual e seguindo na frente em Alagoas, segundo as pesquisas de intenção de voto do Gazeta Pesquisa (Gape). Aparece com 31% dos votos. Tinha 30% na última pesquisa. Teotônio Vilela, com a máquina na mão a todo vapor, confirmou o que se esperava. Passou Ronaldo Lessa (PDT). É o segundo colocado, com 26% das intenções de voto. Tinha 22%.Cresceu 4% com relação à ultima pesquisa. Em terceiro lugar, mostrando tendência de queda, aparece Lessa, com 24%. Tinha 26%. Há um empate técnico entre os dois que disputam quem vai para o segundo turno com Collor. Com a margem de erro de 3 pontos percentuais, a pesquisa reforça a tendência de um segundo turno. O candidato do PSOL, Mário Agra, subiu. Aparece em quarto lugar, mas com apenas 2 pontos percentuais. Os demais candidatos não marcaram ponto. De acordo com o Gape, há um universo grande de indecisos a conquistar nesta reta final. 10% dos eleitores entrevistados disseram não saber em quem votar. 4% afirmam que votarão nulo. Apenas 2% não quiseram opinar. Por isso, a militância collorida precisa intensificar a panfletagem e o convencimento de parentes, amigos, colegas e vizinhos nesta reta final. São pelo menos 10% a serem convencidos de que apenas o "14" pode ajudar Alagoas a recuperar o tempo perdido. A pesquisa, registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) com o código-efae232e1f, foi realizada nesta quinta-feira (30/09), em 25 municípios alagoanos. Foram entrevistados 1.055 eleitores.